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O destaque no Sapo provoca sempre efeitos multiplicadores. Aproveito para destacar dois livros, distintos um do outro, cuja leitura recomendo. Um, Amor e Ódio (Quetzal), de Filipe Nunes Vicente, foi apresentado anteontem, em Coimbra; o outro, Transa Atlântica (Quetzal), de Mónica Marques foi apresentado ontem, em Lisboa.
Folclore íntimo (Cosmorama), de valter hugo mãe: «mais de dez anos de poesia considerados: revistos, adulterados, aumentados».
Pieter Janssens Elinga [ Woman Reading ] 1660
A presença do livro na pintura, fotografia, cinema, ilustração.
Sai este mês o terceiro romance de valter hugo mãe, o apocalipse dos trabalhadores (Quidnovi, Matosinhos / Lisboa, 2008.) Lido na contra-capa:
«o apocalipse dos trabalhadores é um retrato do nosso tempo, feito da precariedade e dessa esperança difícil. um retrato desenhado através de duas mulheres-a-dias, um reformado e um jovem ucraniano que reflectem sobre os caminhos sinuosos do engenho e da vontade humana num portugal com cada vez mais imigrantes e sobre a forma como isso parece perturbar a sociedade».
Joaninha, a menina que não queria ser gente de Ana Cristina Leonardo (texto) e Álvaro Rosendo (ilustrações), Gradiva, Maio de 2008.