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Pedro Sales (Zero de Conduta) tem dedicado algum tempo a escrever, acertadamente, com factos e evidências, sobre os «os campeões de sofá» dos Jogos Olímpicos de Pequim. Transcrevo um parágrafo:
«Não sei como é que os campeões de sofá ainda não repararam, mas o turismo olímpico não começou
«Pssst, não façam muito barulho...», de Pedro Sales (Zero de Conduta).
Factos: o Presidente da República e o Primeiro-Ministro recusaram ir à abertura dos jogos olímpicos de Pequim. Por razões de agenda. Ambos estão de férias. É de louvar.
Hoje, nas ruas de Pequim, realizou-se a prova de estrada,
Ainda há quem pense que os Jogos Olímpicos fomentam a amizade, a harmonia e a paz entre os povos. Falam no «espírito olímpico», como que anuncia, à beira da chaminé, a chegada do Pai Natal. Competição, concorrência, rivalidade são a marca dos Jogos. Começa pela apresentação das candidaturas dos países, suportadas na necessidade de afirmação política e económica, e acaba nos estádios, entre os atletas, na disputa de medalhas, afirmando o poderio «desportivo» de cada país, o que equivale na lei da concorrência a poderio político e económico. À margem, pode ser que algum atleta português aprenda alguma coisa sobre Israel, já que partilham o mesmo piso! De resto, mais nada.