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Ver televisão não faz parte dos meus hábitos. Ligo o aparelho para ver um ou outro jogo de futebol ou para ver um telejornal quando há algum tema «quente». Na semana «Freeport», por exemplo, vi os noticiários televisivos 3 ou 4 dias seguidos, o que me deixou meio atordoado. Programas do tipo «prós e contras» ou o «eixo do mal» não fazem parte do meu roteiro gastronómico «informativo». Sempre que posso decidir, não consumo mediocridade. Gosto de lebre. Prefiro passar fome a comer gato. Vem esta lenga-lenga a propósito dos «prós e contras» da última segunda-feira: parece que não há ninguém que tenha um blogue que não veja o dito programa. Até um deputado do PSD, excitado pelo «debate», deixou que lhe roubassem a password do twitter, como quem lhe rouba a pochett no Saldanha. Eu prefiro citar Miguel Vale de Almeida, um exemplo de coerência, que tal como eu , se interroga: como é que um ser humano normal se sujeita a ir ao programa de Fátima Campos Ferreira? Andamos todos a fazer de conta?