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Luís Filipe Meneses veio alargar as hipóteses de cabeças de lista do PSD ao Parlamento Europeu sugerindo «Pinto Balsemão ou o presidente da CAP».
Um facto simples da vida política nacional – a escolha do cabeça de lista do PS às
eleições «europeias» – foi suficiente para levantar uma inusitada «guerra surda»
no interior do PSD à volta do lugar de cabeça de lista àquelas eleições. Pacheco
Pereira, primeiro zurziu numa petição que avançava o nome de Marcelo Rebelo de
Sousa, quando já se tinha declarado disponível para o lugar: (Pacheco Pereira está
disponível para voltar a encabeçar a lista "laranja" às eleições europeias
de Junho de 2009, segundo o JN). Por sua vez Marcelo Rebelo de Sousa
declarou-se «indisponível», mas anunciou que Marques Mendes «é a melhor
opção do PSD», acrescentando que a decisão de apresentar o candidato em Abril
só é uma boa decisão se o nome for «uma surpresa excepcional». Para matar de vez
qualquer «surpresa», e evidenciar que é má a decisão de a líder do PSD não ter
apresentado ainda o nome do candidato, avançou, de imediato, com os nomes que
poderiam constituir «surpresa excepcional»: Marques Mendes, Pacheco
Pereira ou Passos Coelho, o que deixou de ser «surpresa». De tudo isto vai
resultar que a escolha de Manuela Ferreira Leite, para além de condicionada pela
aceitação, está condicionada pela «guerra surda» em curso. Já há demasiadas
lebres a correr.