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Não se esqueçam que, no imaginário profundo da Nação, antigamente, o garante do regime era o primeiro-ministro, então designado presidente do Conselho; desde 1976, o imaginário profunda da Nação, quanto à defesa da Constituição, transladou-se de S. Bento para Belém.
PS. Lá saltou o concelho, sem conselho, como anota o José Teles.
Já aqui escrevi: As questões suscitadas pelo Presidente da República ao «Estatuto dos Açores», e que estão na origem do veto, são de «dignidade institucional», ou seja, quanto à essência, não aquecem, nem arrefecem. O PS nada tinha a perder se propusesse, na Assembleia da República, a alteração das duas normas em causa.