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Diane Wei Liang (Pequim, 1966) nasceu no ano em que se iniciou a Revolução Cultural. Com vinte e poucos anos envolveu-se em protestos «pouco recomendáveis». Após os massacres da Praça Tiananmen saiu da China. Sobre esse período escreveu um romance autobiográfico: O lago sem nome (Bizâncio). A mesma editora publicou este Verão O olho de Jade – um policial que, na passagem, estabelece a ligação entre os Guardas Vermelhos dos anos sessenta do século passado e a agitada vida de Pequim, hoje, desde a vertigem dos casinos à vida empresarial. «Éramos como carneiros conduzidos de um lado para o outro» (pág. 208) é a resposta à pergunta: Vocês nunca se questionaram sobre a Revolução Cultural?