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A propósito de Dias Loureiro e de supostas insinuações sobre o Presidente da República, José Manuel Fernandes termina o editorial do Público, de hoje, com a seguinte conclusão: «Em democracia não se deve brincar com o fogo – mas numa democracia em tempos de crise, optar pela táctica da "terra queimada" pode ser suicidário.» O que significa esta nova preocupação de quem tem andado, nos últimos anos, diariamente, com uma tocha na mão à procura de palha?