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A Oficina do tempo, de Álvaro Uribe (Cidade do México, 1953), agora traduzido para português, pela Quetzal Editores, é um daqueles romances que atiça o prazer da leitura. Uribe maneja o tempo e a narrativa no conflito e nos «pecados» de três gerações. «Os homens crêem que uma mulher primeiro deixa de amá-los e depois faz amor com outro. É ao contrário» – diz Amélia.