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A Administração republicana, de Bush, nacionalizou – sim, nacionalizou – os dois grandes bancos norte-americanos especializados em crédito à habitação, antes que fossem nas águas da chuva. Uma operação que custou aos cofres do Estado – aos contribuintes, digo eu – cerca de 170 000 milhões de euros (cento e setenta mil milhões de euros). A partir daqui, a tradição deixou de ser o que era.
Um estudo demasiado conveniente, de Pedro Sales (Zero de Conduta).
O aventureiro Bush, com a invasão do Iraque e outros desmandos, internos e externos, colocou os EUA de cócoras: já nem pode com um gato pelo rabo. A EU assemelha-se a um clube recreativo sem poder para mandar um cego cantar. A China e a Rússia estão a tomar conta da «situação» e, concertadamente, dividem tarefas. O Irão, e outros figurantes, fazem as manobras de diversão próprias dos peões de brega. Há no ar, nestas coisas dos impérios, acumulações quantitativas que vão dar mudanças qualitativas. É só esperar mais um pouco.