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Passando os olhos pela opinião escrita, sobretudo nos blogues, percebe-se que, em certos meios, a narrativa política e o debate são de uma pobreza confrangedora. Mete dó. Com a agravante de muitos dos seus autores estarem vaidosamente convencidos que têm dentro da sua cabeça um «mundo novo» ou um «novo regime». Não produzem uma ideia, não fabricam um pensamento. Destilam grunhidos, como as claques de futebol mais violentas. Os exemplos são muitos, mas os mais frequentes são a associação de José Sócrates ora a Pinochet ora a Estaline ou Manuela Ferreira Leite a Salazar. Esta pobreza introduzida no debate político só pode aviltar a democracia. Talvez seja essa a intenção.