7 comentários
"Apenas", caro Tomás, ok, levo a palavrinha à conta de ironia. Conclusão: de há 20 anos para cá aumentamos sempre o gasto. Quem vier atrás que feche a porta...
Caro Jorge: o autor do «apenas» é a jornalista do Público, de onde transcrevi a frase. O seu a seu dono. Entendi o «apenas» no plano relativo e não absoluto. Abraço.
De Odete Pinto a 29.07.2009 às 15:36
Boato é muito pouco, caro Tomás Vasques.
Eu diria carga de pancada, quase-estigma, tó-colante quase-permanente, tatuagem desesperante, sei lá.
Há anos que esperava por uma explicaçãozinha que aliviasse este karma.
Surgiu agora, de um estudioso - insuspeito de ser sequer socialista simpatizante.
Cara Odete: Já que o Jorge Ferreira diz que o «apenas» é uma ironia, eu direi que boato é um eufemismo.
Caro Tomás Vasques, parece o "rigor" de hoje já não é exactamente o mesmo do de ontem. O monstro nunca deixou de ser rosa http://bit.ly/R7oSE
Abraço
Caro André: o estudo citado não comprova as suas palavras. E por muito que nós troquemos opiniões, entre laranjas e rosas, o monstro » existe e é preciso combate-lo. Abraço.
É o próprio Ricardo Reis a dizer que a análise do Miguel Frasquilho, que é radicalmente oposta à dele e pode ser consultada aqui http://bit.ly/Fo8fx, é "boa e séria". Apesar de não ser nenhum entendido em maérias economico-financeiras, gosto de consultar os dados oficiais em que destaco o seguinte link: http://bit.ly/uwexQ. Se consultar o quadro da página 6 (Portugal – Principais Indicadores Económicos) percebe-se que uma coisa é o crescimento percentual da divida pública face ao PIB num determinado periodo de tempo, e outra, o valor bruto da divida pública anual. Por outras palavras, se num determinado ano o monstro fosse de 1000 feijões e um governo o aumentasse 0,32% e o governo seguinte o aumentasse 0,31%, significaria que o monstro com o primeiro governo teria aumentado 320 feijões e com o segundo governo 409,2 feijões - apesar do crescimento em percentagem da despesa ser maior de com o primeiro governo, o valor da despesa anual é maior no segundo governo.
Abraço