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A felicidade é então o bem supremo, o que há de mais esplendoroso e o que dá um prazer extremo; estas qualidades não podem ser dissociadas, tal como as encontramos no epigrama de Delos: O mais nobre é a justiça e o mais de desejável a saúde;/ mas o que de mais doce há/ é encontrar o que se ama.
(Aristóteles, Ética a Nicómano, tradução, prefácio e notas de António de Castro Caeiro, Quetzal, 2009).