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Paulo Rangel foi hoje almoçar a convite do American Club. E, no estilo populista e impreciso que o caracteriza, perante o seleccionado auditório, deu-lhe para o devaneio «capitalista», com a mesma «convicção» que em outras ocasiões lhe dá para ser mais «socialista» que a CGTP. Hoje, disse que o governo queria acabar com as escolas privadas, com os hospitais privados e que, depois do PREC, nenhum governo tinha atacado tanto como este a iniciativa privada. Já o ouvimos dizer o contrário (e ele ainda irá dizer outra vez o contrário quando visitar um lar da terceira idade), mas isso não tem qualquer importância. Em cada dia que passa, Paulo Rangel mostra-se cada vez mais um «político» no pior sentido do termo: aquele que tem jeito para mentir, para a demagogia fácil. Não era deste «Paulo Rangel» que alguns dos seus apoiantes – pelo menos alguns que eu conheço – estavam à espera.