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Há quem julgue que já não há tempo para reflectir
Na noite sem veias
E caminhe de encontro a um muro negro
Há quem tenha perdido a sensação do intacto
E procure ainda uma lâmpada mas as lâmpadas
extinguiram-se
há quem se decida a não esperar a não ouvir a não chamar
(António Ramos Rosa, Gravitações, Lisboa, 1983)