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O PCP pensa que quem elegeu Manuel Coelho para a presidência da Câmara de Sines foram os militantes comunistas, em votação de célula, e não os eleitores de Sines. Por isso, «exigem» que o autarca alentejano coloque o «lugar que não lhe pertence à disposição». Sabemos que em Cuba e na Coreia do Norte é assim: os «lugares» pertencem ao «partido». Aqui, em Portugal, não é assim, como não é assim em qualquer democracia. Por cá, são os eleitores e não o «partido» que elegem os seus representantes políticos. Nas próximas eleições são os eleitores que dirão de sua justiça.