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Desalentos.

por Tomás Vasques, em 03.05.11

«O PSD podia ter contrariado isto? Claro que sim, se tivesse apresentado uma alternativa séria e consistente de governo e de modelo social e político ao deste PS, para o que teria de ter a seu lado o CDS, isto é, toda a ala direita do regime. No taco-a-taco das medidinhas com rentabilidade eleitoral, perderá sempre em favor do governo, como se acabou de ver. Temo bem, por isso, ao contrário do que pensaria a intelligentsia laranja, este acordo com a troika venha a ser o Bin Laden de José Sócrates e não o seu epitáfio político

 

In Blasfémias.

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publicado às 23:35

Boas notícias.

por Tomás Vasques, em 03.05.11

A questão mais importante no acordo estabelecido com  a troika, apesar de não serem conhecidos ainda os pormenores, é que não é um retrato daquilo que o PSD queria.

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publicado às 23:28

Paulo Portas está em forma...

por Tomás Vasques, em 03.05.11

O BE teve a ilusão, sobretudo nas eleições de 2009, de ganhar o eleitorado do PS e de se transformar num grande partido. Não conseguiu. Hoje, passados menos de 2 anos, luta por não sofrer uma grande erosão eleitoral. Fantasmas do passado obrigaram Louçã a disputar o território do PCP. Paulo Portas não tem fantasmas que o atormentem. Com Passos Coelho à frente do PSD, o CDS-PP corre o risco de se transformar num grande partido nacional. O que não aconteceu à esquerda, pode acontecer à direita. Hoje, a deputada do CDS-PP Assunção Cristas meteu mais um prego nas quatro tábuas de Passos Coelho ao considerar positivo o acordo estabelecido com a troika, concretizando: «as pensões mais baixas, das pessoas com menos recursos, as pensões mínimas, sociais e rurais, não devem merecer qualquer corte, e não haver mexidas no salário mínimo, assim como a não privatização da Caixa Geral de Depósitos, dada a necessidade de haver um banco público para servir de fomento à economia». Ou muito me engano ou o CDS-PP vai ter um resultado eleitoral, no mínimo a merecer atenção.

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publicado às 22:51

Vice-versa?

por Tomás Vasques, em 03.05.11

Joana Amaral Dias, escreve:

 

Os portugueses preferirão alguém que é o responsável pelos últimos seis anos, ou alguém que nunca assumiu responsabilidades? Incompetência ou inexperiência? Escolherão um currículo com licenciatura ao Domingo ou um CV resumido a “jotinha-líder”? Optarão por um estilo animal-feroz ou por um género mais Páscoa-Feliz? Preferirão um líder que finge que tem programa apresentando o anterior (com prazo de validade expirado), ou um líder que finge que tem programa chovendo propostas (com prazos de validade inferiores ao de um iogurte)? Um verdadeiro dilema, não é?

 

Posta assim a questão, dá a ideia que Joana Amaral Dias julga que os portugueses são estúpidos, ao mesmo tempo que se julga, a si própria, inteligente. Será verdade? Ou vice-versa?

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publicado às 22:29

Aguarda-se a declaração de Passos Coelho...

por Tomás Vasques, em 03.05.11

O primeiro-ministro apresentou as linhas gerais do acordo estabelecido com a troika, surpreendendo pela «suavidade» das medidas. Sobretudo depois do que por aí, na comunicação social, corria. Pela parte do PSD, respondeu à comunicação do primeiro-ministro, Eduardo Catroga. É significativo. Catroga foi desastrado, mas evitaram a resposta por quem de direito: Passos Coelho. O líder social-democrata aparece invariavelmente com um discurso retorcido, ambíguo. Ele sabe o que quer, mas não pode dizer. Isso obriga-o a um discurso de meias-tintas que ainda o desacredita mais do que se assumisse abertamente o que quer. Catroga disse, sem rodeio, que o acordo foi bom para Portugal ao dizer que o PSD o tinha influenciado. Hoje estiveram o dia todo à espera de um telefonema, ansiosos. Parece que ninguém lhes ligou. Também é significativo. 

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publicado às 22:00

Ter ou não ter programa, eis a questão...

por Tomás Vasques, em 03.05.11

A última semana foi marcada pelos "programas eleitorais". Ninguém de bom senso lhe atribui um valor rigoroso, porque gato escaldado de água fria tem medo. Cada vez mais o eleitorado sabe que se tratam de promessas, descartáveis ao menor sopro de vento. No entanto, quer se apresentem sob a forma de documento final, quer sejam espalhadas de forma avulsa, as "propostas de governação" que os dois maiores partidos colocam em cima da mesa, não são desprezíveis. Antes pelo contrário. Servem de "orientação" às opções de uma parte significativa do eleitorado, aquela que acaba por decidir quem nos governa. É nessa fatia do eleitorado, decidida a apostar no mal menor, que se concentra a atenção de PS e PSD.

 

(Ontem, no i. Ler mais).

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publicado às 12:24

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