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Dizem os jornais.

por Tomás Vasques, em 11.05.11

Vichissoyse?

por Tomás Vasques, em 11.05.11

O «empate técnico» nas sondagens entre o PSD e o PS fez entrar o PSD em desespero, radicalizando a linguagem por sugestão de Marcelo Rebelo de Sousa. Ontem, Passos Coelho acusou José Sócrates de «terrorismo político» e, hoje Eduardo Catroga, em entrevista ao Público, compara José Sócrates a Hitler. Estas «pérolas» introduzidas no debate democrático só sujam quem as atira. Por isso, não me admiro que Marcelo tenha servido, por estes dias, uma «vichissoyse» a esta direcção do PSD. Passos Coelho, como é seu hábito, tropeça em todas as rasteiras.

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publicado às 11:32

Privatize-se.

por Tomás Vasques, em 11.05.11

Sei o que é e defendo o serviço nacional de saúde; Sei o que é e defendo o ensino público. Não sei o que é, nem consigo compreender o que é o «serviço público de televisão». Nem entendo porque razão um canal de televisão consome impostos dos contribuintes em vez de entregar dinheiro ao Estado. Quando assim é, privatize-se.

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publicado às 02:04

Livros.

por Tomás Vasques, em 09.05.11

 

No dia 3 de Junho nas livrarias, Alçapão de João Leal (Quetzal).

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publicado às 23:11

Estrangeirados...

por Tomás Vasques, em 09.05.11

Há gente que me deixa confundido. As mesmas pessoas que disseram tratar-se de uma vergonha nacional a conferência de imprensa da troika, batem palmas hoje a um senhor inglês que escreveu no Financial Times que não se pode gerir uma união monetária com governantes como Sócrates.  Só ajoelham aos pés dos estrangeiros quando lhes convém.

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publicado às 18:00

Esperem pelos resultados...

por Tomás Vasques, em 09.05.11

Passos Coelho pede que o próximo dia 5 de Junho seja um «plebiscito» à governação socialista. Francisco Loução pede que o próximo dia 5 de Junho seja um «referendo» ao acordo com a troika. Para mal dos seus proponentes, as eleições de 5 de Junho vão ser uma coisa e outra. Provavelmente, mais ou menos 75% dos portugueses vão votar nos partidos que subscrevem o Acordo, dando a resposta que Louçã merece; quanto ao «plebiscito», são visíveis as dificuldades de Passos Coelho em encontrar mais portugueses que o elejam do que portugueses que votam em José Sócrates. O que é uma derrota antecipada, mesmo em caso de vitória.

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publicado às 17:49

O Bloco está bloqueado?

por Tomás Vasques, em 09.05.11

Há neste desvario bloquista duas ideias-chave, marteladas até à exaustão, durante o congresso: na primeira, o PS faz parte da troika da direita - Paulo Portas, Passos Coelho e José Sócrates; na segunda, o BE é a "principal alternativa de esquerda", disponível para formar um "governo alargado de esquerda". Esta nova equação política, que se resolve com um governo BE-PCP, expressa a convicção de um crescimento eleitoral espectacular do BE e a derrocada eleitoral do PS. "Começou a viragem", disse Francisco Louçã no congresso, acrescentando que é necessário transportar o triunfo na rua em 12 de Março para as eleições de 5 de Junho. Este congresso do BE ressuscitou o PSR e a UDP. Por este andamento, é muito natural que as eleições de 5 de Junho comprovem as sondagens: uma queda do BE.

A estratégia anterior do BE morreu, em Janeiro, na noite das eleições presidenciais; esta pode morrer na noite de 5 de Junho. E depois, o que irá fazer Francisco Louçã, o mais antigo líder partidário português?

 

(Ler mais, no I)

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publicado às 10:01

Bem prega frei Tomás...

por Tomás Vasques, em 07.05.11

Ainda ninguém ouviu Passos Coelho falar sobre isto.

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publicado às 16:43

Desvios esquerdistas...

por Tomás Vasques, em 07.05.11

Li em vários blogues que simpatizam com o PS severas críticas às intervenções de Eduardo Catroga. Face às intervenções do ex-ministro de Cavaco Silva, o mais sensato é manter o silêncio. Essas críticas ajudam a retirá-lo do palco. É preciso deixá-lo falar.

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publicado às 15:02

Notícias «inocentes».

por Tomás Vasques, em 06.05.11

A revista alemã Spiegel Online, citando fontes não identificadas do governo alemão, escreveu que o governo grego estará a analisar a saída da zona euro. Não custa acreditar que se trata apenas de um recado dirigido à Grécia. Os «mercados» não gostam da ideia da reestruturação da dívida grega. E enviam recados para assustar. A comunicação social faz de «moço de recados». Neste momento, é a Europa que temos. E sem ser pessimista, é muito provável que vá piorar. Paira no ar um cheiro aquela velha Europa que provocou duas grandes guerras.

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publicado às 23:21

Hoje foi dia de greve.

por Tomás Vasques, em 06.05.11

Sem atender aos números avançados pelo governo ou pelos sindicatos, é evidente, mesmo para quem tem falta de vista, que a greve de hoje da Função Pública foi um enorme fiasco. Os funcionários públicos sabem que para pior já basta assim.

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publicado às 18:34

O BE disputa o território do PCP.

por Tomás Vasques, em 05.05.11

O BE criou algumas expectativas políticas durante algum tempo. Os seus dirigentes e o núcleo «duro» do seu eleitorado acreditaram que era possível conquistar parte do eleitorado do PS, por um lado, e dividir o PS ao meio, por outro. Acreditaram que podiam vir a ser o partido mais votado à esquerda. Este «sonho» está documentado em entrevistas e declarações de Francisco Louçã. Nas eleições legislativas de 2009, o BE cresceu193 000 votos em relação a 2005, servindo de «urna de voto» a descontentamentos vários com o governo socialista. Foi um crescimento significativo, apesar de ter ficado aquém do que Louçã sonhava. A partir daqui, desta vitória/desaire de 2009, o BE perdeu-se. O resultado das presidenciais foi o princípio da mudança. Apostou forte em Manuel Alegre para atingir os seus objectivos (dividir o PS ao meio e conquistar parte do seu eleitorado). Saiu-lhe o tiro pela culatra: o PS contrariou essa estratégia e apoiou o candidato do BE. O desastre eleitoral nas presidenciais demonstrou inequivocamente que o eleitorado socialista não se revê no radicalismo bloquista. E Louçã, acossado politicamente, recuou. A moção de censura ao governo ou a recusa em reunir com o FMI são exemplos de que o BE passou a disputar o território do PCP. O território ideológico e eleitoral. A sua «vertente» inicial, «socialista e democrática» já deu o que tinha a dar. Não é de admirar, pois, que o PS possa vir a recuperar parte do eleitorado que beneficiou o BE em 2009.

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publicado às 21:19

Citações (2).

por Tomás Vasques, em 04.05.11

«É preciso esclarecer: o PEC V é exigente e qualquer ideia de facilidade revela uma má avaliação do que está em causa e do trabalho que nos espera, a todos. Mas é, de qualquer forma, realista.

O primeiro-ministro, José Sócrates, e o ‘ministro de gestão' das Finanças, reconheça-se, fizeram uma boa negociação. O espírito dos negociadores que aterraram em Lisboa nas últimas semanas indiciava medidas ‘à grega' e ‘à irlandesa'. Não foi o que sucedeu e, por isso, Teixeira dos Santos não faz desaparecer o que sucedeu em 2010 e 2011, mas vai acabar o seu consulado com um bom serviço à pátria. O último, provavelmente. Mas útil, também, a José Sócrates e à ‘sua' campanha eleitoral.

(…) O PEC V vai ‘doer'? Vai, sem dúvida. Os partidos que se vão apresentar às eleições de 5 de Junho têm, aqui, uma oportunidade única para ficarem na história. Com a permanente ‘assistência técnica' do FMI e de Bruxelas, que por cá passarão os próximos anos a fiscalizar todos os actos e omissões do Governo, os portugueses poderão olhar para o futuro com esperança. Que o PEC V não matou.»

 

António Costa, Económico.

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publicado às 09:18

O pai natal.

por Tomás Vasques, em 04.05.11

Parece que o acordo com a troika impressionou de tal ordem, pela positiva, que até Catroga veio de imediato reclamar a sua paternidade.

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publicado às 07:45

Citações.

por Tomás Vasques, em 04.05.11

«Há anos, na tevê, um especialista em crimes resolvia a culpabilidade de Kate McCann, assim: "Uma mãe a quem se raptou a filha não tem cara impassível!" Ontem, na SIC, um especialista em economia, depois da intervenção de José Sócrates com Teixeira dos Santos ao lado, também resolveu um mistério: "Viram as caras dos dois? Cada um para o seu lado..." Esse é um dos problemas de Portugal: especialistas que analisam ao trombilómetro. Como sabem pouco da sua especialidade, recorrem demasiado à prova do algodão, passando-o no trombil dos protagonistas, tentando ler pistas. "Hmm, quanto ao défice, não sei, mas aquele piscar de olho diz-me que aqui há gato..." Um conhecido trombilometrista (e esse cito-o porque é contumaz, Marcelo Rebelo de Sousa) decretara, ainda ontem: "O desaparecimento de Teixeira dos Santos não dá para perceber." Horas depois, aparecia o ministro, ao lado do primeiro-ministro, que anunciou: vai haver 13.º e 14.º, não haverá despedimentos na função pública, não haverá cortes nas pensões acima dos 600 euros... - tudo contrário ao que antes fora fartamente noticiado, às vezes em manchetes. Pouco depois, sabia-se que o empréstimo era de 78 mil milhões (os jornais e tevês tinham apostado no quem dá mais: 105 mil milhões! 115 mil milhões!...) Afinal, já dá para perceber o que andou a fazer o ministro: estava a apagar falsas notícias

 

Ferreira Fernandes, no DN.

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publicado às 07:25




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