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Livros.

por Tomás Vasques, em 09.05.11

 

No dia 3 de Junho nas livrarias, Alçapão de João Leal (Quetzal).

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publicado às 23:11

Estrangeirados...

por Tomás Vasques, em 09.05.11

Há gente que me deixa confundido. As mesmas pessoas que disseram tratar-se de uma vergonha nacional a conferência de imprensa da troika, batem palmas hoje a um senhor inglês que escreveu no Financial Times que não se pode gerir uma união monetária com governantes como Sócrates.  Só ajoelham aos pés dos estrangeiros quando lhes convém.

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publicado às 18:00

Esperem pelos resultados...

por Tomás Vasques, em 09.05.11

Passos Coelho pede que o próximo dia 5 de Junho seja um «plebiscito» à governação socialista. Francisco Loução pede que o próximo dia 5 de Junho seja um «referendo» ao acordo com a troika. Para mal dos seus proponentes, as eleições de 5 de Junho vão ser uma coisa e outra. Provavelmente, mais ou menos 75% dos portugueses vão votar nos partidos que subscrevem o Acordo, dando a resposta que Louçã merece; quanto ao «plebiscito», são visíveis as dificuldades de Passos Coelho em encontrar mais portugueses que o elejam do que portugueses que votam em José Sócrates. O que é uma derrota antecipada, mesmo em caso de vitória.

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publicado às 17:49

O Bloco está bloqueado?

por Tomás Vasques, em 09.05.11

Há neste desvario bloquista duas ideias-chave, marteladas até à exaustão, durante o congresso: na primeira, o PS faz parte da troika da direita - Paulo Portas, Passos Coelho e José Sócrates; na segunda, o BE é a "principal alternativa de esquerda", disponível para formar um "governo alargado de esquerda". Esta nova equação política, que se resolve com um governo BE-PCP, expressa a convicção de um crescimento eleitoral espectacular do BE e a derrocada eleitoral do PS. "Começou a viragem", disse Francisco Louçã no congresso, acrescentando que é necessário transportar o triunfo na rua em 12 de Março para as eleições de 5 de Junho. Este congresso do BE ressuscitou o PSR e a UDP. Por este andamento, é muito natural que as eleições de 5 de Junho comprovem as sondagens: uma queda do BE.

A estratégia anterior do BE morreu, em Janeiro, na noite das eleições presidenciais; esta pode morrer na noite de 5 de Junho. E depois, o que irá fazer Francisco Louçã, o mais antigo líder partidário português?

 

(Ler mais, no I)

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publicado às 10:01



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