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Desculpem o mau jeito.

por Tomás Vasques, em 21.03.11

 

E, no final, quando concluírem a protecção da «zona de exclusão aérea», vão enforcar o Kadafi, como fizeram ao outro, no Iraque?

 

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publicado às 17:30

Há, nos olhos meus, ironias e cansaços.

por Tomás Vasques, em 21.03.11

O regime democrático saído do 25 de Abril de 74 e do 25 de Novembro de 75 está assente na alternância entre o PS e o PSD. Descontando os 3 governos de iniciativa eanista e os dois anos de coligação PS-PSD, os socialistas somam 14 anos de governo e os sociais-democratas 16, mais dia, menos dia. Os males estruturais que nos afectam, desde a despesa pública à competitividade da economia, não podem deixar de ser obra dos dois partidos, sobretudo do PSD que definiu o «caminho de desenvolvimento» na década a seguir à integração de Portugal na UE, quando os fundos e os meios jorravam como petróleo. O quinto líder do PSD (e o seu núcleo duro), depois do último que foi eleito primeiro-ministro, decidiu sujeitar o país a eleições, ano e meio após a eleição do actual primeiro-ministro, com receio de ser apeado antes de ter a oportunidade de disputar o cargo. Como escreve Pacheco Pereira: «Algumas dessas personagens estão já muito contentes à espera do seu lugar de ministro e de secretário de estado, e, os favores que prestam às lideranças que eles próprios fabricam, serão certamente pagos.» O país que se borrife. Ou como disse ontem Paulo Portas: «É agora ou nunca».

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publicado às 17:22

Crise. Eleições. Resultados eleitorais.

por Tomás Vasques, em 21.03.11

O PSD, pela boca de Manuel Macedo, voltou ontem a rejeitar qualquer negociação com o governo sobre o PEC. Dificilmente se evitará, a curto prazo, eleições antecipadas. Quer o PS, quer o PSD têm lançado, nos últimos dias, um ao outro, a responsabilidade da crise política iminente. Partem do pressuposto evidente que uma crise política, neste momento, acarretará consequências muito graves para vida dos portugueses. Muito mais graves do que aquelas em que vivemos. No entanto, sem negar efeitos eleitorais negativos a quem arcar com essa responsabilidade, mais decisivo na contenda eleitoral vai ser: 1) as propostas-promessas a apresentar pelo PSD, durante a campanha eleitoral, para diminuir o deficit e evitar o crescimento negativo. O PSD tem de deixar a cómoda posição de só dizer o que está mal e passar a dizer o que vai fazer; 2) a percepção que os eleitores têm sobre a capacidade de Pedro Passos Coelho para chefiar um governo debaixo desta tempestade. Até ao momento, apesar do desgaste político de José Sócrates, Pedro Passos Coelho ainda não levantou voo nas sondagens. Será que vai levantar voo nas eleições?

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publicado às 10:23



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