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Convicções.

por Tomás Vasques, em 08.03.11

Caro Fernando Martins: o fascismo não está a bater à porta, mas não deixo passar em claro o facto de alguém se infiltrar indevidamente numa reunião partidária para a boicotar. Dou-lhe uma garantia: protestarei de igual forma quando e se isso acontecer a qualquer outro partido político, esteja no governo ou na oposição. Não é por generosidade. É por convicção democrática.

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publicado às 23:22

Para quem tem memória.

por Tomás Vasques, em 08.03.11

Nuno Ramos de Almeida acha normal que um grupo de provocadores (parece que licenciados…) se infiltre e interrompa uma reunião de um partido político. Só o incomoda que os provocadores tenham sido expulsos da reunião onde indevidamente se infiltraram. Infiltrar-se e interromper reuniões partidárias é de má memória para quem tem memória. Aliás, o Nuno deve recordar-se das «reacções espontâneas da sociedade civil» que se traduziram nos assaltos às sedes de partidos políticos no verão quente de 1975. Mas parece que, por estes dias, está a fazer o seu caminho a tese segunda a qual «se é para passar fome e não ter emprego não precisamos de partidos políticos para nada». É um caminho perigoso.

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publicado às 23:14

Homens da luta desde Afonso Henriques.

por Tomás Vasques, em 08.03.11

Os «Homens da luta» vão representar Portugal num festival da canção, na Alemanha. Sem ironia, acho que estamos bem representados. Não vamos desiludir ninguém. 

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publicado às 13:08

É bom não esquecer...

por Tomás Vasques, em 08.03.11

Um grupo de «jovens à rasca» decidiu interromper uma sessão partidária, onde o secretário-geral de um partido político, por sinal o partido mais votado pelos portugueses nas últimas eleições legislativas, falava aos militantes. Os períodos mais negros da história da democracia europeia começaram sempre pela perturbação, interrupção ou suspensão de actividades partidárias. É bom não esquecer, mesmo no Carnaval.

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publicado às 12:58



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