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Reavivar a memória.

por Tomás Vasques, em 24.01.11

Escrevi aqui, em Setembro do ano passado:

 

«Agora, apenas assistimos a uma penosa caminhada de Manuela Alegre até Janeiro. Canta o guião como no sonho que inventou, fazendo eco dos discursos de Loução, mas atabalhoado, sem alma, nem jeito, vazio, sem se dar conta da realidade. A vitória do PS há um ano atrás foi a derrota do sonho «presidencialista» e do projecto «socialismo do século XXI»» da dupla Manuel Alegre-Francisco Louçã. José Sócrates percebeu isso desde o primeiro segundo. Por isso, mesmo fazendo-se rogado, deu-lhe tranquilamente o abraço de urso.»

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publicado às 17:23

Rescaldos.

por Tomás Vasques, em 24.01.11

Pedro Viana, escreve no blogue Vias de Facto, agora sem subterfúgios, o que era evidente para muitos socialistas: Manuel Alegre e Louçã tinham por objectivo partir o PS. Parece que lhes saiu o tiro pela culatra: os socialistas fizeram-lhes um manguito.

 

«A candidatura de Manuel Alegre prova que o eleitorado habitual do PS divide-se quase ao meio entre quem aceita alianças à Esquerda e quem nem pode ouvir falar no assunto. Ou seja, o PS está pronto para ser cindido. Mas não é claro que o BE venha a beneficiar disso. A sua direcção queimou-se seriamente, ao decidir apoiar Manuel Alegre. A estratégia, de aceleração do processo de cisão do eleitorado do PS, talvez tivesse resultado se Sócrates tem decidido não apoiar Manuel Alegre. Agora a direcção do BE vai ter de realizar um delicado trabalho de reconstituição do seu eleitorado habitual, que se fragmentou fortemente (Manuel Alegre, Fernando Nobre, José Manuel Coelho, votos brancos e nulos, abstenção). Fica a saber que qualquer aliança com o PS de José Sócrates será suicidária.»

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publicado às 16:39

Pequenas confidências.

por Tomás Vasques, em 24.01.11

Ganhei uma aposta (um almoço à beira mar, na Foz do Arelho): há 2 semanas apostei que Manuel Alegre não atingiria o tal milhão de votos que, durante 5 anos, exibiu como sua «propriedade».

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publicado às 16:17

Presidenciais 2011 (20) - Ponto final.

por Tomás Vasques, em 24.01.11

Muitos comentadores e analistas políticos associam o PS, o governo e José Sócrates aos derrotados nas presidenciais. Ao contrário, contra a corrente, associo o PS, o governo e José Sócrates aos vencedores. Não coloco sequer a hipótese de vitória eleitoral de Manuel Alegre (coisa só atingível nas cabeças de Helena Roseta, Louçã e mais uma centena de «poetas» da política portuguesa), mas apenas da hipótese de uma segunda volta nestas eleições, onde Alegre iria obter, inevitavelmente, qualquer coisa entre os 30 a 40% por cento. Um resultado deste tipo serviria de trampolim para as maiores diatribes contra as políticas do governo de «subordinação aos interesses do FMI, do imperialismo, do capitalismo e dos especuladores financeiros». Perante os resultados que se verificaram, José Sócrates e o Governo têm apenas pela frente um adversário político tímido e fragilizado (pelos resultados e pelo «caso BPN») – Cavaco Silva. No rescaldo de uma segunda volta, José Sócrates (e sobretudo o PS) teriam pela frente, para além de Cavaco Silva (reeleito com uma expressão eleitoral mais sólida), um Alegre a reclamar quase dois milhões de votos e Louçã a reclamar uma vitória estrondosa do BE e a exigirem, ambos, uma «mudança de políticas», entalando o PS e procurando o seu isolamento e desmoronamento. Por isso, insisto: o PS, o governo e José Sócrates encontram-se entre os vencedores da noite eleitoral.

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publicado às 15:27

Sondagens.

por Tomás Vasques, em 24.01.11

Uma sondagem Marktest dá, hoje, a vitória do PSD, em hipotéticas legislativas, com 46% dos votos, contra 26% do PS. Não é de admirar: a Marktest, na sua última sondagem, nas presidenciais, apurou 61,5% para Cavaco Silva e 21% para Fernando Nobre. De todas as empresas de sondagens foi a que registou os maiores erros. E continuam com a mesma amostra…

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publicado às 15:01



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