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Membros da milícia integrista islâmica somali Al Shabab estão a ir de casa em casa para procurar pessoas que estejam a ver os jogos do campeonato mundial de futebol na televisão. No sábado, os milicianos da Al Shabab mataram a tiro dois jovens que estavam a ver o Argentina-Nigéria. «Estávamos a ver o Alemanha-Austrália quando os milicianos deitaram a porta abaixo, começaram a disparar e a agredir-nos, até que alguns de nós desmaiaram, e depois prenderam-nos a todos», disse Abdi Yare. Durante o fim-de-semana, no distrito de Afgoi, 30 quilómetros a sudoeste da capital, sequestraram 30 jovens, que torturaram e raparam a cabeça.

 

 

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publicado às 23:16

Combate de blogues.

por Tomás Vasques, em 13.06.10

O deputado do PCP Bruno Dias foi o convidado, hoje, no Combate de Blogues, na TVI 24. Esteve em debate com Marta Rebelo, Filipa Martins e Miguel Morgado.

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publicado às 22:45

Arte pública.

por Tomás Vasques, em 13.06.10

 

 

(No s/ título, onde há outras fotos).

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publicado às 17:06

25 anos de Europa.

por Tomás Vasques, em 13.06.10

 

(Recebido por e-mail).

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publicado às 10:52

Citações (2).

por Tomás Vasques, em 12.06.10

 

 

Sofia Vieira, Nigella.

 

 

Finalmente, vi um ou dois programas da Nigella Lawson (…) É claro que o sucesso de Nigella nada tem a ver com comida, pelo menos na vertente gourmet. Aquilo é sexo puro e duro, é um apelo aos sentidos mais primários, aquelas mamas, as ancas, a lambuzice desastrada, o tom confessional de boudoir, a insinuação do pecadilho, a assunção da gula, do excesso, da entrega ao prazer e ao gozo, da sedução com os convidados. Aquilo é um programa erótico, senhores! que pouco tem a ver com culinária (e ainda bem, diga-se). 

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publicado às 15:28

Citações.

por Tomás Vasques, em 12.06.10

 

 

Eduardo Pitta, Aprendizes de feiticeiro:

 

 

A deriva policial que tem dado forma aos trabalhos das comissões parlamentares de inquérito representa a denegação da justiça. Se os deputados querem ser polícias, mudem de profissão. Se querem derrubar o governo, apresentem moções de censura. Se os partidos a que pertencem não o fazem, votem a favor das dos outros. (A semana passada tiveram uma oportunidade.) Se o actual regime constitucional não lhes agrada, proponham outro. Não podem é ter no plenário uma atitude de laissez-faire e, fora do plenário, para excitar o pagode, persistir na corrosão do funcionamento das instituições. Bem basta o que basta com a justiça. Só nos faltava agora descobrir que votamos em candidatos à academia de polícia. 

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publicado às 11:15

Feios, porcos e maus.

por Tomás Vasques, em 10.06.10

 

Luís Gonçalves da Silva é membro do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). Faltou à reunião daquele órgão em que se discutiu a queixa do jornalista Mário Crespo contra o JN. Por ter faltado à reunião (porque aproveitou os feriados para levar a família à praia ou porque lhe sobreveio doença que o impediu de desempenhar a função para que foi nomeado e é remunerado) devia apresentar desculpas. Mas não. Em vez do pedido de desculpas, deve ter telefonado para a Lusa e, em bicos dos pés, disse esta coisa brilhante: a decisão de arquivamento não foi tomada por unanimidade porque eu estou contra e não estive presente. Este senhor Silva é do caraças, mas representa bem a alma portuguesa. E nem lhe é exigido atestado médico.

 

 

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publicado às 18:53

Com corda e tudo…

por Tomás Vasques, em 08.06.10

O José Simões não é de meias conversas: ilustra o seu último post com uma imagem de homossexuais enforcados numa praça de Teerão para comentar, com ironia, a proibição dos homossexuais israelitas desfilarem na Marcha do Orgulho Gay, em Madrid. Como lembra Yossi Levy, homossexual e escritor, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, citado por El Mundo: «Israel es el único país en Oriente Próximo que celebra desfiles del Orgullo Gay, respeta en general y con todos los problemas existentes los derechos de los homosexuales y en sus balcones se pueden ver banderas de la comunidad. No hace falta recordar la situación de los homosexuales en los paises vecinos». Há quem atire para debaixo do tapete coisas essênciais...

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publicado às 14:50

Presidenciais 2011 (10).

por Tomás Vasques, em 08.06.10

A direita conservadora não se revê na candidatura de Cavaco Silva à presidência da República. É um facto. Bagão Félix colocou, ontem, de novo a questão ao defender que «é saudável para a democracia» o aparecimento de uma outra candidatura presidencial à direita. E explicou: «Qual é o problema de haver duas voltas? A segunda volta é para haver a expressão pública da diferença, é a ventilação da democracia», dando como exemplo a pluralidade de candidaturas à esquerda. Retomar o tema, pela voz de Bagão Félix, o mais desejado como candidato da direita conservadora, é significativo. Ainda por cima, a desmontar o argumento dos mais fervorosos adeptos de Cavaco, segundo o qual o aparecimento de um outro candidato à direita obrigará a uma segunda volta. Prevêem-se umas Presidenciais mais animadas do que é usual com um candidato-Presidente.

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publicado às 07:36

A cartilha.

por Tomás Vasques, em 07.06.10

 

 

 

Aqui está um tema para uma boa conversa: esquerda e direita. Isabel Moreira, a propósito da candidatura de Fernando Nobre, escreve: «nunca votarei em alguém que tem por coisa boa não se definir como pessoa de esquerda ou de direita.» Bem-aventurados aqueles que, como a Isabel, bafejados pela sorte, dominam o dogma com tanto rigor, e tanta certeza. Pela minha parte, ao longo do percurso que fiz para aqui chegar, encontrei pessoas que juravam a pés juntos ser de esquerda (portanto, merecedores de voto da Isabel em alguma circunstância), mas que me diziam, sem pestanejar, que os campos de concentração na antiga União Soviética eram necessários e apenas se destinavam aos «inimigos da classe operária e do povo trabalhador»; ou aqueles que ainda me dizem, por exemplo, que os sanguinários ditadores norte-coreanos são gente de esquerda, «amigos anti-imperialistas»; e outros, ainda, que transportam os irmãos Castro num andor, enquanto estes vão espezinhando liberdades e encarcerando os «agentes da CIA». Extremo os exemplos apenas para facilitar as coisas. E, assim, voltamos nós, tantas décadas volvidas, à velha discussão entre a forma e o conteúdo.

Antes que me comecem a apedrejar ou me cortem as mãozinhas, defino-me já como de esquerda:

da «esquerda proletária»; e da «esquerda socialista»;

da «esquerda social-democrata»; e da «esquerda radical»;

da «esquerda marxista-leninista»; e da «esquerda republicana»;

da «esquerda dos valores»; e da «esquerda inconformista, das rupturas e das aventuras»;

e «de todas as outras esquerdas».

Defino-me como de esquerda.

Pronto.

E juro não questionar quando a «esquerda marxista-leninista» diz que «a contra-revolução, encabeçada pelos socialistas» desfez as «conquistas de Abril».

Nem sequer penso onde nos levavam essas e outras «conquistas» com que hoje nos acenam.

Defino-me como de esquerda.

Pronto.

Tudo isso não passa de arrufos de amor no seio dos que se definem de esquerda.

Porque quem se define de esquerda, é de esquerda.

E por isso o Bloco de Esquerda é de esquerda!

Está na definição.

Pronto.

Mas desculpem-me o mau jeito, vou citar o poeta:

 

Quando me dizem: "vem por aqui!

Eu olho-os com olhos lassos,

(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)

E cruzo os braços,

E nunca vou por ali...

 

É de esquerda.

Pronto.

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publicado às 22:33

Combate de blogues.

por Tomás Vasques, em 07.06.10

 

 

Ontem, Domingo, na TVI 24, a conversa foi sobre Israel.

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publicado às 22:01

À atenção dos distraídos.

por Tomás Vasques, em 07.06.10

Livros.

por Tomás Vasques, em 07.06.10

 

 

Está este mês nas livrarias o romance Luca Antara do neozelandês Martin Edmond (1952), da Bertrand Editora, onde o autor se cruza, nos alfarrabistas de Sidney, com a história de António da Nova, um nobre português do século XVII, que teve como missão encontrar a misteriosa Luca Antara – a actual Austrália. Deste encontro resulta uma longa viagem que chega até Fernando Pessoa e a Fátima.

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publicado às 15:47

Absurdos.

por Tomás Vasques, em 06.06.10

Chego tarde à conversa, mas não é por isso que deixo de dizer que é muito perigoso para um Estado de Direito o desrespeito que o senhor ministro das Finanças revelou contra o princípio da não retroactividade das leis, sejam penais ou fiscais. Não se pode invocar a falta de dinheiro para pôr em causa princípios fundamentais do Direito e da segurança jurídica. É absurdo, tal como é absurdo invocar conceitos gerais, como a  «economia», o «emprego» e o «bem estar de todos nós» para violar um princípio inviolável.

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publicado às 22:07

Do golpe militar ao golpe palaciano.

por Tomás Vasques, em 01.06.10

Nesta novela «presidencial», em que o PS se deixou envolver, o mais relevante é o facto de Manuel Alegre, deputado do PS durante 34 anos, se ter disponibilizado para protagonizar a estratégia política do BE, mil vezes confessada: crescer eleitoralmente à custa de uma derrocada do PS.

Neste golpe eu não alinho. Se não aparecer outro candidato, escolho o mal menor: voto Fernando Nobre.

 

(ler mais no Delito de Opinião).

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publicado às 21:36

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