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Para esto, más valdría ser gallego.

por Tomás Vasques, em 07.04.10

Liberdade de expressão. Comissão de Ética.

por Tomás Vasques, em 07.04.10

A avaliação ao estado da liberdade de expressão em Portugal, levada a cabo pela Comissão de Ética da Assembleia da República, foi um completo fiasco na perspectiva inicial dos seus promotores: demonstrar que o actual governo limita a liberdade de expressão. Ontem à tarde, Augusto Santos Silva, Emídio Rangel e Pais do Amaral responderam às as perguntas colocadas pelos senhores deputados. Ninguém tem dúvidas (a não ser os deputados da oposição que inventaram a dita Comissão) da inutilidade das audições e dos trabalhos da Comissão sobre esta matéria. Hoje, podemos concluir, sem margem para dúvida, o seguinte: é muito mau para a reputação do Parlamento e para cada um dos deputados eleitos sujeitarem-se, como se fossem alunos da instrução primária, a ouvirem pacientemente as longas dissertações sobre o funcionamento da comunicação social e a feira de vaidade que por ali passou. A Comissão de Inquérito ao abortado negócio PT/Prisa/TVI, apesar da dignidade estatutária que lhe está conferida, vai certamente pelo mesmo caminho.

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publicado às 14:15

Hermanos.

por Tomás Vasques, em 06.04.10

No início do século XIX, a Espanha meteu o pé em Olivença; hoje mete a mão em Valença.

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publicado às 10:43

Deus não dorme (3).

por Tomás Vasques, em 06.04.10

A comunicação social, em todas as latitudes, descobriu um novo filão. Todos os dias, ao desarrumar um móvel, aparece o Vaticano. Hoje foi o semanário alemão Die Zeit. Ressalvadas as distâncias, parece o doméstico «caso Freeport». Com uma diferença: quem transportava o andor do Freeport não parece, agora, manter a mesma frescura. Para compor o ramalhete só falta a Manuela Moura Guedes.

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publicado às 00:54

Submarinos e enjoos.

por Tomás Vasques, em 05.04.10

António Ribeiro Ferreira, jornalista e comentador, no Correio da Manhã, banqueteou-se que nem um nababo, durante dois ou três anos, no deboche do Freeport. Deleitado, todas as semanas abriu uma garrafa de champanhe. Agora, enjoado, vomita mal lhe falam em submarinos.

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publicado às 21:28

Citações.

por Tomás Vasques, em 05.04.10

De que outra forma se pode ler uma coisa assim? Erros técnicos, mais telha menos telha, mais caleira menos caleira. O único dado relevante é o da possível violação da exclusividade ( e para isso não é necessário um caderno de obra), mas a peça não traz uma única novidade, não consegue provar nada.
O Público agora é fiscal de obras? Bem, tem muito que fazer dentro de portas.

 

Filipe Nunes Vicente.

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publicado às 18:19

O Eduardo Pitta coloca, com precisão milimétrica, a questão: o mundo desaba por todo o lado e o importante mesmo é a «construção de uma moradia na aldeia de Cavadoude, cujo projecto e direcção de obra têm o nome José Sócrates

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publicado às 15:49

O amor nos tempos da blogosfera.

por Tomás Vasques, em 05.04.10

 

 

Alguns dos cúmplices de O amor nos tempos da blogosfera, reunidos a convite do João Gomes de Almeida. Vou estar por lá com assiduidade.

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publicado às 14:43

As casinhas, outra vez?

por Tomás Vasques, em 05.04.10

O Público de hoje, em destaque, quer de primeira página, quer de edição, volta ao estafado assunto dos projectos assinados por José Sócrates, enquanto engenheiro técnico, há mais de vinte anos, na Câmara da Guarda, como se de um assunto novo se tratasse. Esta falta de criatividade jornalística e de percepção do interesse dos leitores; este navegar ao sabor das obsessões deste ou daquele jornalistas, é um dos motivos da crescente perda de leitores de alguns jornais. Como escreveu Vasco Pulido Valente, no sábado, na sua coluna no Público, quem lê jornais anda hoje fartíssimo de escândalos. E concluiu: «Mas basta o que basta. Não é preciso repetir a matéria. A época do escândalo por uns meses fechou.» Há quem não entenda isto.

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publicado às 10:16

A informação vende-se ao quilo.

por Tomás Vasques, em 04.04.10

Vivemos num mundo hiper mediatizado em que um qualquer facto, em qualquer ponto do globo, se transforma, num segundo, em notícia de destaque em todos os jornais (sobretudo na edição on-line), de Londres a S. Paulo, de Paris a Lisboa. Muitas vezes estas «notícias» propagam-se porque as televisões correm atrás dos jornais. Esta facilidade comunicacional transforma em «realidade» universal particularismos, coisas miúdas, insignificâncias. Já ninguém questiona a valoração dos factos que constituem uma «notícia» em destaque. Giles Lipovetski remete para a «dinâmica da ideologia individualista com as suas exigências de liberdade e igualdade». Talvez seja. Mas não deixo de me interrogar quando uma petição que obteve a adesão de dez mil pessoas contra a visita do Papa ao Reino Unido ganha foros de destaque noticioso, sobretudo assente numa nebulosa informativa: «importantes advogados britânicos estão a avaliar se o Papa tem garantida imunidade como Chefe de Estado e se pode ser acusado pelo suposto encobrimento sistemático dos abusos sexuais envolvendo sacerdotes». Estas notícias fazem-me lembrar uma petição «pela liberdade de expressão» em Portugal que reuniu alguns milhares de assinaturas e foi abertura de jornais e telejornais, apesar da manifestação ter sido um fiasco.

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publicado às 23:47

A decisão da ministra da Saúde de encerrar as urgências do centro de saúde de Valença provocou nos seus utentes uma forte contestação. O que é natural: ninguém quer perder benefícios adquiridos, e muito menos na área da saúde. Apesar de estarmos em terras onde a combatividade popular tem tradições históricas, não só pela Maria da Fonte, não se pode ignorar o significado do apelo para hastear bandeiras espanholas nas janelas das casas do concelho. O motivo próximo, dizem os promotores, é agradecer a solidariedade do alcaide de Tui ao disponibilizar o centro de saúde daquela localidade galega fronteiriça aos doentes portugueses. E sem o pagamento de taxa moderadora. Contudo, o motivo principal é mostrar, sem equívocos, ao governo português que antes de poupar no Serviço Nacional de Saúde há muitos outros sítios onde poupar. Correia de Campos ainda não esqueceu isso, certamente, e devia avisar Ana Jorge, antes que seja tarde. E o recado da população de Valença é forte: antes espanhol com assistência médica do que português ao deus dará.

 

No Aparelho de Estado.

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publicado às 20:06

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