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Eu também.

por Tomás Vasques, em 26.02.10

eis algo que não posso deixar de denunciar e deplorar (…) considero este tipo de insinuações indignas e intoleráveis, e atentando à reserva da vida privada. e não vejo como se pode nuns casos defender incansavelmente a vida privada e noutros achar que é território de caça – escreve Fernanda Câncio

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publicado às 23:36

Será Scarlett a culpada disto tudo?

por Tomás Vasques, em 26.02.10

 

Leio no Expresso que, segundo um estudo realizado no Gwinnett College, no estado da Geórgia, por cientistas americanos, olhar para mulheres curvilíneas causa no cérebro masculino um efeito semelhante ao consumo de álcool ou drogas. É pena ainda não terem estudado os efeitos provocados no cérebro de quem ouve os depoimentos na Comissão de Ética, na Assembleia da República. Ouvir Mário Crespo, Rui Pedro Soares ou José António Saraiva deve provocar, pelo menos, lesões cerebrais irreversíveis. Calculo eu, mas não sei. Ainda não foi feito nenhum estudo.

 

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publicado às 23:10

Invocar o nome dos trabalhadores em vão.

por Tomás Vasques, em 26.02.10

Garcia Pereira, na RTP1, acabou de afirmar: «É preciso nacionalizar os sector vitais da economia portuguesa, mas o governo deve estar ao serviço dos trabalhadores e não dos capitalistas, senão os resultados vão para os bolsos dos capitalistas e não dos trabalhadores». Não explicou o que é «um governo ao serviço dos trabalhadores», mas pareceu-me que estava implícito que será um governo maioritário do MRPP-PCTP.

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publicado às 21:23

Democracia. América Latina.

por Tomás Vasques, em 26.02.10

A Corte Constitucional da Colômbia está reunida para decidir se permite ou não a realização de um referendo em que se coloque a questão de Uribe, o actual presidente da Colômbia, se candidatar a um mandato. Esta questão (a reeleição do presidente contra as regras constitucionais vigentes, através de consulta referendária para o efeito) tornou-se a pedra de toque na consolidação das democracias latino-americanas. No Chile, Michelle Bachelet abandonou o cargo com um índice de popularidade de 95%. Na Costa Rica, Óscar Árias, também com índices de popularidade elevados, não se candidatou por imposição constitucional. Lula da Silva no Brasil segue o mesmo caminho. Estes são os exemplos mais recentes. Ao contrário, na Venezuela, Hugo Chávez violou as regras constitucionais para se manter no poder. Do mesmo modo, nas Honduras, o golpista Manuel Zelaya (que entre nós reuniu alguns simpatizantes) tentou, sem sucesso, seguir o exemplo de Hugo Chávez, mesmo contra as decisões judiciais. Agora, na Colômbia, Álvaro Uribe tenta a mesma «sorte» de Chávez. Mas, por cá, as vozes do costume, sobre esta tentativa golpista de Uribe, mantêm silêncio, porque se condenarem Uribe estão a condenar Chávez e Zelaya.

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publicado às 20:43

O nosso Júlio Dantas.

por Tomás Vasques, em 26.02.10

O director do Sol, José António Saraiva esteve hoje no Parlamento a contar as suas peripécias e as injustiças  a que o «regime» o sujeitou. À medida que o ouvia lembrava-me das suas crónicas publicadas semanalmente na Tabu, as suas Confissões os últimos anos no Expresso, o nascer do Sol e as conversas com políticos à mesa. Na edição de 4 de Novembro de 2006 (páginas 96 e 97), José António Saraiva fala de si, como é habitual, a propósito de almoços ou outros encontros com António Guterres, Cavaco Silva, Jorge Sampaio e Manuela Ferreira Leite. No almoço com Guterres, por exemplo, o naco de prosa é de tal ordem narcisista que o ex-primeiro ministro, no episódio narrado, durante todo o jantar, só intervêm para dizer: “Não come?”. Com as outras personagens, a história repete-se. Muitas vezes se disse (e escreveu) que o director do Sol fez do Expresso o jornal do regime; falta acrescentar que neste regime, José António Saraiva representa o papel de Júlio Dantas.

 

(post publicado a 4 de Novembro de 2006, actualizado).

 

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publicado às 19:05

A canalhocracia.

por Tomás Vasques, em 26.02.10

 

Anda muita gente preocupada com o país por causa deste primeiro-ministro – segundo leio por aí. São preocupações menores (ou «preocupações» de quem tem pressa em tomar o lugar dos actuais boys). Os primeiros-ministros passam, mais cedo ou mais tarde, sobretudo em democracia. Estou muito mais preocupado com a cultura política instalada assente na denúncia, na devassa de e-mails privados, em escutas, em telefonemas, em conversas de restaurante, numa palavra: na bufaria. Este primeiro-ministro vai deixar de o ser quando, em eleições, os portugueses assim decidirem. Mas a lama em que a luta política se afundou (afundando com ela a Justiça e as instituições democráticas, incluindo o Parlamento), nos últimos tempos, essa, vai ficar entranhada. Já ninguém acha estranho esta canalhocracia em que estão a transformar Portugal - um país de bufos. E, agora, vou fazer uma canja de galinha do campo. Já não há pachorra para quem confunde os lucros das empresas detentoras de meios de comunicação social com liberdade de imprensa; para quem faz do Parlamento uma feira de vaidades.

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publicado às 17:58



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