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Sinal dos tempos.

por Tomás Vasques, em 05.01.10

 

No Centro de Trabalho do PCP em Serpa não se pode fumar.

 

(Foto: João Espinho)

 

 

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publicado às 18:16

Casamentos.

por Tomás Vasques, em 05.01.10

tantos anos a bater bolas para isto, escreve a Cristina.

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publicado às 15:59

Greves.

por Tomás Vasques, em 05.01.10

Escrevi há dias, a propósito da desconvocação de uma greve dos trabalhadores dos hipermercados: «Os sindicatos só se dão bem com professores e funcionários públicos. Quando toca ao sector privado roem sempre a cordaPedro Sales insurgiu-se atabalhoadamente contra este enunciado, a partir de uma posição de direita (a mesma adoptada pelos sindicatos e partidos comunistas), segundo a qual os sindicatos roem a corda porque os trabalhadores do sector privado têm medo de fazer greve. Os marxistas viraram Marx de pernas para o ar e, o mais grave, é que acreditam que têm razão. Não são as condições contratuais e laborais («Explorados, mal pagos e tratados como potenciais criminosos no seu próprio local de trabalho», como escreve Pedro Sales)) dos trabalhadores dos hipermercados e outros sectores de actividade a razão da incapacidade sindical. A seguir este raciocínio, os movimentos grevistas do operariado no século XIX e em parte do século XX (incluindo Portugal, onde a prisão, a tortura e o desemprego eram o horizonte), não tinham existido. A realidade é outra: os sindicatos colaram-se às facilidades oferecidas por grupos profissionais tradicionalmente conservadores (professores e funcionários públicos e, em geral, trabalhadores da superestrutura do Estado), sempre disponíveis para defender os seus privilégios corporativos, e que, por dependerem do Estado até que a morte os separe, não correm o menor risco. A influência e a credibilidade do «movimento sindical» estão reduzidas a esses grupos privilegiados e o «movimento grevista» está aí acantonado. Os trabalhadores mais desfavorecidos e, em geral, os trabalhadores do sector privado, sabem que os sindicatos apenas os querem utilizar no quadro das suas agendas político-partidárias. E não alinham, não querem correr riscos por conta de uns burocratas sindicais que apenas respondem aos comités centrais dos seus partido. Depois, sabem também que do seu trabalho resulta o seu salário (o que não acontece com os grupos atrás referidos, cujo salário é pago por todos nós) e que muitas empresas iriam à falência se embarcassem nas aventuras partidárias dos burocratas sindicais,. Não são os trabalhadores das empresas do sector privado que têm medo (posição de direita) de fazer greve; é a agenda partidária dos sindicatos que não lhes dá garantias. O resto, dou de barato, incluindo «os apoiantes mais empenhados na defesa do governo Sócrates», uma «técnica» que vem de longe, do tempo em que quem mexesse era comunista.

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publicado às 11:35



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