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A realidade não está a passar por aí.

por Tomás Vasques, em 10.12.09

 

O Avante, como é seu dever, não se esqueceu do aniversário de Mário Soares. Pela pena do seu ilustre director, José Casanova, ficámos a saber que o fundador do PS está «Igual a si próprio». E nisso estamos de acordo. José Casanova termina o seu texto (fraquito, abaixo das suas possibilidades): «Como a sua acção política tem mostrado de entre as várias posturas anti assumidas por Mário Soares ao longo de toda a sua vida – aí incluído o seu antifascismo – ele é, acima de tudo, anticomunista.» Continuamos de acordo, apesar de achar que o «acima de tudo» é exagerado, egocentrista: Mário Soares é tão anti-fascista, como anti-comunista. O director do Avante não percebe (e se percebe fecha-se em copas) que ser anti-comunista só não é um elogio para os militantes do PCP, sobretudo para aqueles que ainda não tiveram tempo para estudar a «experiência» dos campos de concentração soviéticos.   

 

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publicado às 14:58

Citações.

por Tomás Vasques, em 10.12.09

«Um partido que passou toda a campanha eleitoral a denunciar os problemas de liberdade do país prepara-se agora para aprovar a lei da criminalização do enriquecimento ilícito. Preparam-se, portanto, para dar uma ajudinha à «asfixia democrática» de que de repente se lembraram e que parecem ter já esquecido. Curiosamente, o único partido que vai votar contra é o «asfixiante». A campanha histórica foi, retira-se, pura conversa fiada.»

 

Tiago Moreira Ramalho (Portugal dos Pequeninos).

 

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publicado às 11:39

O fim do regime (2).

por Tomás Vasques, em 10.12.09

Das eleições de 27 de Setembro de 2009 resultaram duas novidades que se entrecruzam: primeira: o crescimento eleitoral do BE (à custa do PS e do PSD e não do PCP) diminuiu substancialmente as hipóteses de maioria absoluta de um só partido (ou mesmo de dois); segunda, a prática parlamentar destes dois meses aponta para o esgotamento da fórmula «governo de maioria relativa». Quem irá «absorver» esta situação: os partidos políticos, alterando o seu comportamento, ou o eleitorado, em próxima oportunidade (e sentindo o perigo da ingovernabilidade), fará uma opção clara por um partido ou por uma coligação?

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publicado às 11:30



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