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|||LER. Vasco Pulido Valente.

por Tomás Vasques, em 06.07.09

 

Mais do que o nome de cronista ou de historiador, Vasco Pulido Valente, tantas vezes lúcido e premonitório, como contraditório e incoerente, mas sempre com uma acidez que lhe vem de dentro das desilusões que já viveu, é uma instituição do regime. Um regime que não tenha entre os seus críticos homens cultos e verrinosos é um regime que não respira, asfixiado, porque nenhum regime se alimenta da mediocridade dos seus yes man. Cada regime precisa, pois, para respirar, dos seus «vencidos da vida», jantem eles no Hotel Bragança ou no Gambrinus. A entrevista de Vasco Pulido Valente à Ler de Julho é uma Lição de um Mestre.

 

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publicado às 17:03

|||As obras públicas levantam muito pó.

por Tomás Vasques, em 06.07.09

Manuela Ferreira Leite prometeu «rasgar e romper com todas as soluções que têm estado a ser adoptadas em termos de política económica e social». E, por diversas vezes, se declarou adversária implacável das grandes obras públicas. Mas, para sabermos onde está a «verdade», devemos dar atenção a outros sinais. Por exemplo, quando a líder do PSD bate palmas ao novo túnel, anunciado por Santana Lopes, no centro de Lisboa, o que é que nos está a querer dizer? E quando António Borges, «um dos homens mais relevantes da equipa de Ferreira Leite», hoje no i, a propósito das grandes obras públicas, diz: «Quando chegarmos ao Governo, não vamos riscar tudo, como é óbvio», que quer exactamente dizer? Esta é mais uma guerra de alecrim e manjerona: o PSD não está contras a realização de obras públicas; está contra a execução dessas obras pelo governo do PS.

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publicado às 12:46

|||Polícias e ladrões.

por Tomás Vasques, em 06.07.09

Ontem à tarde, num bairro na Amadora, dois encapuçados, prontos para executar um assalto, dispararam 9 tiros de caçadeira, quase à queima-roupa, sobre dois polícias, ou melhor, sobre dois jovens de 25 anos, que têm a difícil profissão de zelar pela nossa segurança a troco de um salário escasso. Se, por sorte, os policias se tivessem antecipado e, em legítima defesa, disparado sobre os assaltantes, o «pessoal do costume» estaria, em coro, a brandir despautérios contra «a violência policial sobre gente pobre, de um bairro pobre». Assim, como são os jovens polícias que estão no hospital, não dá jeito falar no assunto.

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publicado às 10:13



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