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|||País Basco.

por Tomás Vasques, em 05.05.09

Entre nós, passou quase despercebido um momento histórico: a eleição, no Parlamento Basco, do novo chefe do Governo Basco, o socialista Patxi López. Ali, o «bloco central» (PS e PP) foi obrigado a funcionar para pôr termo a 30 anos de governo «nacionalista basco». Por cá, os «amigos da ETA» não devem estar satisfeitos…

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publicado às 22:22

||| Citações.

por Tomás Vasques, em 05.05.09

 

 

Face à realidade, mais importante do que coleccionar queixumes é reconhecer que terá de haver capacidade de sofrimento para os tempos que aí vêm. Se não houver um programa vigoroso de reformas, no Estado, nas empresas e nos hábitos quotidianos de um país que vive acima das suas possibilidades, o empobrecimento que deixou de ser uma visão exclusiva de pessimistas militantes terá custos penosos; se não houver coragem para assumir medidas difíceis como as que países como a Irlanda ou a Lituânia estão a testar, nomeadamente ao nível das políticas fiscais e salariais, poderemos viver mais um ou dois anos à espera de que um milagre aconteça.

 

(…) se é verdade que se deve desconfiar de receitas milagrosas, era ao menos desejável que os termos da discussão das propostas políticas para o futuro se fizesse com mais ousadia e risco. Dizer que o país muda com um Governo implica uma atitude providencialista e perigosa que não vai a lado nenhum. O problema é o país e o país somos todos. Mas será difícil de sair do beco se a política não se fizer pelo confronto de projectos claros que identifiquem custos mas sejam capazes de definir visões para um futuro. Já que estamos condenados a passar anos difíceis, ao menos que seja por uma boa causa.

 

Manuel Carvalho, Editorial do Público, 05.05.09.

 

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publicado às 07:39

||| Os umbigos do mundo.

por Tomás Vasques, em 05.05.09

Há quem pense (e escreva) que a «história» de Vital Moreira no 1º de Maio está mal contada. Qual agressão, qual carapuça. Tudo não passou de umas «bocas ordinárias» de meia dúzia de exaltados. Um arrufo de ex-namorados. Estas pessoas que assim pensam precisam de emoções fortes: muito sangue, facadas, fuzilamento é o mínimo que exigem como prova do delito. Menos do que isso são mariquices, coisas normais do quotidiano político. Mas, por caricato que pareça, são os mesmo que protestam contra o comportamento violento de alguém que, enquanto foi beber um café, lhes barrou o carro ao estacionar em segunda fila ou que chamam selvagem ao condutor do lado porque buzinou sem motivo. Cada um de nós é o umbigo do mundo: protestamos, às vezes, por insignificâncias; aos outros exigimos, para que  lhe seja conferido o direito à indignação e ao protesto, a prova de que foram fuzilados. O que mais me surpreende é que estas pessoas vivem bem com as suas consciências.

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publicado às 01:35

||| Meditações na pastelaria.

por Tomás Vasques, em 05.05.09

Tenho para mim – modesta opinião, certamente – que Manuel Ferreira Leite ao escolher o cabeça de lista ao Parlamento Europeu designou, sobretudo e antes de tudo, o candidato a seu sucessor.

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publicado às 00:55



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