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||| Meditação na pastelaria.

por Tomás Vasques, em 16.04.09

O amor é um lugar estranho para se viver, tão estranho como o Lumiar ou a Reboleira.

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publicado às 23:13

||| Dress Code [3].

por Tomás Vasques, em 16.04.09

 

A maior parte dos que se «indignaram» com a atitude «fascista» do dress code na Loja do Cidadão são os mesmos que ficam mudos com o dress code chavista, na Venuzuela. Haverá alguma razão para tal silêncio? Ou está tudo invertido?

(na imagem uma criança de 6 anos)

 

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publicado às 22:06

||| Inversões.

por Tomás Vasques, em 16.04.09

Afinal, pelo que tenho lido por aí, para algumas almas iluminadas o Estado-policial chega mais facilmente com o fim do segredo bancário do que pela porta da inversão do ónus da prova em processo crime, como por exemplo nos crimes de enriquecimento ilícito. Penso exactamente o contrário: nove milhões de portugueses não querem saber se o Estado tem conhecimentos dos 327 euros que têm na conta. Mas ficam «aluados» se lhes exigirem que faça prova da proveniência da insignificante quantia, com a agravante de serem constituídos arguidos até ao momento em que faça a produção dessa prova. Aqui, o Estado-policial pode revelar-se na sua plenitude, sobretudo na persiguição a cidadãos «incómodos». Não compreendo como as almas iluminadas não percebem isto. Como também não compreendo que os mesmos que defendem a inversão do ónus da prova em processo crime acusem uma modesta senhora da Loja do Cidadão de Faro de «fascista» e «totalitária» por propor uma uniformização de trajes a quem atende o público. Está tudo invertido!

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publicado às 21:50

||| Temores.

por Tomás Vasques, em 16.04.09

Medeiros Ferreira, usando o seu apurado sentido de oportunidade, escreve: não se pode negar sentido de oportunidade à insistente iniciativa do BE sobre o fim do segredo bancário para combater a corrupção e a evasão fiscal. Mas atenção aos detalhes para não se favorecer o Estado-policial.

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publicado às 21:10

||| Entre-os-Rios.

por Tomás Vasques, em 16.04.09

 

 

Há quase uma década, a ponte de Entre-os-Rios desmoronou-se e arrastou na sua queda a vida de 57 pessoas. Um drama para os familiares das vítimas e, também, um drama para o país, sobretudo porque punha a nu a nossa imprudente maneira de olhar o rigor, a qual provoca a incúria, o desleixo, o deixa andar, o confiar na «sorte», tanto como se confia nos «milagres» do D. Nuno Alvares Pereira. Naturalmente, as responsabilidades, quer técnicas, quer políticas, eram difusas e diluídas no tempo. No entanto – e bem – os familiares das vítimas procuraram o apuramento das responsabilidades criminais. Mas consideraram, também, que só se fazia «justiça» se fossem indemnizados em 7 milhões de euros. E o processo correu contra 6 técnicos, um dos quais com mais de 80 anos. Em Tribunal não se fez prova da responsabilidade dos arguidos, pelo que o Tribunal os absolveu. E, em consequência, aplicaram-se as regras em vigor quanto às custas judiciais. Este valor, pelo processo crime, são 2 000 euros a dividir por 200 familiares, o que dá 20 euros a cada um. Uma quantia modesta. Pelo pedido de indemnização de 7 milhões de euros, as custas são 53 000 euros, determinado em função do valor da indemnização reclamada. O presidente da associação de familiares das vítimas veio a público, num primeiro momento, falar em meio milhão de euros de custas judiciais. Hoje, perante a informação do tribunal, reconheceu que, afinal, são 55 000 mil euros. Uma diferença abissal. Ele, o representante das vítimas, agiu à portuguesa: com a mesma falta de rigor que levou à queda da ponte de Entre-os-Rios. De que se queixa, afinal? Mas o «sentimentalismo» luso aflige-se com «rigores» e grita: o Estado que pague as custas judiciais.

 

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publicado às 20:41

||| Citações.

por Tomás Vasques, em 16.04.09

Alberto Martins, líder parlamentar do PS, aguentou com fair play as investidas de Mário Crespo, que queria saber a razão pela qual o PS sistematicamente “obstaculizara” as propostas da oposição sobre criminalização do enriquecimento ilícito. Alberto Martins explicou por A+B. Afinal, para chegar ao enriquecimento ilícito, é preciso cometer vários crimes, todos previstos na lei. E rematou: «Nenhum país europeu criminaliza o enriquecimento ilícito. Em todo o mundo, só dois países o fazem — a China e a Zâmbia.»

 

Eduardo Pitta, Da literatura.

 

 

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publicado às 13:19



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