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||| A ler.

por Tomás Vasques, em 10.01.09

«A esquerda dos interesses», Rui Pena Pires.

«Claustrofobia. Lembram-se?», Eduardo Pitta.

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publicado às 17:37

||| Frio. Atraso mental.

por Tomás Vasques, em 10.01.09

||| Citações.

por Tomás Vasques, em 10.01.09

 

 

 

 

«A dr.ª Manuela Ferreira Leite "desafiou" o eng. Sócrates para um debate na televisão sobre política económica. Augusto Santos Silva rejeitou imediatamente a ideia. O primeiro-ministro, disse ele, debate com a oposição na Assembleia da República e em mais parte alguma; e não é culpa do Governo que a dr.ª Ferreira Leite não seja deputada. Por muito que nos custe, Augusto Santos Silva tem razão. Excepto em campanha eleitoral, nenhum primeiro-ministro aceitou até hoje o género de proposta que Ferreira Leite resolveu fazer. E nenhum a deve aceitar. Não se põe de parte, ou subalterniza, um órgão de soberania por causa da conveniência ou do estatuto de um qualquer indivíduo. O regime precisa de mais dignidade, não precisa de menos. E o destino do país não se pode decidir entre uma telenovela e um concurso.


A situação de Manuela Ferreira Leite não é, de resto, única. Que me lembre, antes dela, Marcelo Rebelo de Sousa e Pedro Santana Lopes (por um tempo) também ficaram de fora. Isto em certa medida mostra o amadorismo ou, se quiserem, o diletantismo das grandes personalidades do PSD. Mas não só delas. Desde o princípio que não houve coragem para estabelecer, como em Inglaterra, a regra simples de que os membros do Governo (do primeiro-ministro para baixo) e das direcções dos partidos saíam obrigatoriamente da Assembleia. E o resultado foi que a Assembleia se tornou, em grosso, um repositório de mediocridades, colectivamente subordinada aos privilegiados que de facto mandam. O deputado médio é hoje um triste figurante, sem influência e sem prestígio e, sobretudo, sem futuro


Diletantismo, Vasco Pulido Valente, Público, 10.01.09 (sublinhados meus).

 

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publicado às 08:20

||| Chinesices.

por Tomás Vasques, em 09.01.09

Será que o ócio provoca delírio? E já agora não querem controlar a mãozinha dos cozinheiros dos restaurantes?

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publicado às 23:00

||| A crise.

por Tomás Vasques, em 09.01.09

Barack Obama começa a dar os primeiros avisos: ontem avisou que a recessão pode ficar por vários anos; hoje acrescentou que a situação económica dos EUA é cada vez mais grave e está a deteriorar-se.

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publicado às 20:25

|||Porque hoje é sexta.

por Tomás Vasques, em 09.01.09

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publicado às 08:44

|||Blogometro.

por Tomás Vasques, em 09.01.09

Há uma renhida luta de audiências na blogosfera: o cinco dias está quase a passar o abrupto, enquanto o arrastão espreita a sua oportunidade. Estão os três quase a apanhar a mini-saia.

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publicado às 01:15

|||Professores. Avaliação. Votações.

por Tomás Vasques, em 09.01.09

Hoje foi de novo a votos, na Assembleia da República, a suspenção da avaliação dos professores. Os resultados das votações eram previsíveis. É de sublinhar apenas a sofreguidão com que os partidos da oposição se agarram à mobilização dos professores contra a avaliação na tentativa de angariarem mais uns votos. Parecem náufragos à procura da tábua de salvação.

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publicado às 00:43

||| Opinião insuspeita.

por Tomás Vasques, em 07.01.09

«Foi a mais aguerrida, sistemática e bem estruturada entrevista feita até hoje a este primeiro-ministro. Ainda assim, Sócrates aguentou-se. Contrariado, por vezes agastado, mas aguentou-se.»

 

Daniel Oliveira, Arrastão.

 

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publicado às 22:22

||| Salada russa.

por Tomás Vasques, em 07.01.09

 

Luís Fazenda escreveu recentemente um texto «teórico» sobre as «convergências de esquerda». Quem conhece estas «histórias» até ao tutano, percebe facilmente que o dirigente do BE apenas se limitou a copiar, sem pinga de acrescento, os argumentos que usava há 30 e tal anos. Só substituiu no texto em questão «partido comunista» por «partido socialista». Há 30 e tal anos, enquanto «comunista», queria ocupar o espaço do comunismo invocando para tal a traição aos ideais comunistas do PCP. E, por isso, esteve na «refundação» do PCP (r), cujo destino foi o que conhecemos. Hoje, repete a «tese», tal e qual, mas enquanto defensor do «ideal socialista»: quer «refundar» a social-democracia, já que o PS traiu os ideais socialistas a partir dos anos 80, resvalando «para as concepções neoliberais da burguesia conservadora». Este é o discurso – um discurso passadista - dos marxistas-leninistas dentro do BE. Os trotskistas, liderados por Louçã, olham para a «refundação» da social-democracia de outro modo, como de outro modo ainda olha o «grupo» que tomou a hóstia de Brejnev , liderado por Miguel Portas.  A esta salada russa só lhe faltava mesmo acrescentar a «voz de Argel». Tratam-se apenas de experiências dimitrovianas inconsequentes, sem pinga de Marx, sem pinga de nada.

 

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publicado às 22:10

||| Previsível.

por Tomás Vasques, em 06.01.09

Como era previsível, a «revolução grega» está a evoluir para formas «superiores» de luta. A esquerda eclética pós-moderna também.

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publicado às 14:48

||| Desproporcionalidade.

por Tomás Vasques, em 06.01.09

 

 

André Glucksmann participou no Maio de 68, em França. No ano passado, escreveu com o seu filho Maio de 68 explicado a Sarkozy. Em 30 de Setembro de 2008, em entrevista a Le Fígaro, explicou que era necessário sair da «bolha mental pós-moderna». Publica hoje no El País, um texto sob o título Que significa «desproporcionada»? , onde escreve:

 

«Por primera vez en el conflicto de Oriente Próximo, el fanatismo de los incondicionales parece minoritario. El debate entre los israelíes (¿es el momento?, ¿hasta dónde?, ¿hasta cuándo?) se desarrolla como es habitual en una democracia. Lo sorprendente es que hay un debate similar a micrófono abierto entre los palestinos y sus partidarios, hasta el punto de que, incluso después de que comenzaran las operaciones israelíes de castigo, Mahmud Abbas, jefe de la Autoridad Palestina, tuvo el valor de achacar a Hamás la responsabilidad inicial del sufrimiento de la población civil en Gaza, por haber roto la tregua.»

 

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publicado às 14:36

||| A ler.

por Tomás Vasques, em 06.01.09

Fora de Prazo, de Eduardo Pitta.

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publicado às 14:01

|||Entrevista.

por Tomás Vasques, em 05.01.09

A entrevista de José Sócrates, hoje, na SIC, a Ricardo Costa e Gomes Ferreira, foi um bom momento para o primeiro-ministro e para os entrevistadores. José Sócrates fez passar a sua mensagem de forma convincente, enquanto os entrevistadores foram de uma acutilância a roçar o debate. Dois momentos altos: o primeiro, quando Gomes Ferreira duvidou do interesse do investimento público em auto-estradas. Sócrates explicou que tinham sido adjudicados 600 km de auto-estradas, a maior parte dos quais no distrito de Bragança e entre Viseu e Coimbra, interrogando o jornalista: está contra? Gomes Ferreira, atrapalhado, disse que concordava; o segundo, de Ricardo Costa ao interrompeu Sócrates quando este explicava o investimento em energias alternativas, hídricas e eólicas, com o objectivo de diminuir o endividamento externo. O entrevistado disse: deixe-me acabar, ao que o entrevistador respondeu: não, porque vai estar a falar sobre ventoinhas até à meia-noite.

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publicado às 23:48

|||Blogosfera. Delito de opinião.

por Tomás Vasques, em 05.01.09

Delito de opinião é um novo blogue, com um designe elegante, que reúne um leque variado de bloggers de leitura indispensável. A avaliar pelo «primeiro delito», a coisa promete.

 

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publicado às 18:53




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