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||| Ler os outros.

por Tomás Vasques, em 25.10.08

Imoral, pelo menos, de Rui Bebiano (A terceira Noite)

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publicado às 19:03

||| Liberdade de imprensa. Propaganda. Seriedade.

por Tomás Vasques, em 25.10.08

 

  

 

A organização Repórteres sem Fronteiras promove anualmente um jogo, tipo roleta, em que «classifica» a liberdade de imprensa em cada país a partir da opinião de alguns jornalistas nativos. Como se trata de um jogo, os resultados são díspares e inconsistentes. Ao sabor da sorte e do humor de ocasião dos entrevistados. Em 2003, governava Durão Barroso, Portugal «classificou-se» em 28º lugar; depois, nos anos seguintes, ainda com governo Durão Barroso e Santana Lopes «melhorámos»: calhou-nos em sorte o 25º e o 23º lugar. Em 2006, já a governar José Sócrates, a «liberdade de imprensa» escancarou as portas e «entrámos» no top ten; um ano depois, em 2007, já «estávamos» em 8º lugar, ou seja, «dos melhores do mundo». Neste fatídico ano de 2008, a sorte não esteve ao «nosso» lado: fomos parar ao 16º lugar. Coisa grave! Dois comentários: primeiro, os Repórteres sem Fronteiras perdem credibilidade ao promoverem esta espécie de festival da canção da liberdade de imprensa; segundo, na água do banho vão os «comentadores» que, de imediato, sem pudor, declaram: «confirma-se a claustrofobia democrática».

 

 (Sobre o mesmo assunto: aqui e aqui)

  

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publicado às 12:44

||| Luis Sepúlveda. Entrevistas.

por Tomás Vasques, em 25.10.08

Se encontrasse o génio da lâmpada e este lhe concedesse três desejos, o que pediria?

«
O primeiro desejo era que George Bush voltasse a ser o alcoólico que era antes. Porque como presidente ele é uma besta. O segundo desejo seria que aparecesse aí uma nuvem de inteligência, porque falta inteligência, sobretudo entre a classe política. E o último seria para abandonarmos uma série de mitos perigosíssimos que existem, como o mito da sorte. Há muitos jovens que acreditam que não vale a pena esforçarem-se por ser um bom mecânico ou dentista ou outra coisa. Para quê? Se tiver sorte poderá ser um bom milionário. Há escritores que não estão interessados na literatura, escrevem apenas para entrar nesse jet-set. Vê-se nas revistas do coração: o famoso escritor fulano de tal abre a porta de sua casa. Porquê? Eu não nasci para isto

 

Entrevista a Luís Sepúlveda, DN, 25.10.09

 

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publicado às 10:52



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