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||| Disparate com disparate se paga.

por Tomás Vasques, em 30.04.08

A história conta-se em poucas linhas: Mora, desde meados do século XIX, pertence ao «distrito» de Évora. As sintonias adquiridas e a proximidade geraram, naturalmente, uma relação de afecto, para além da cultural e funcional. Agora, algum «iluminado» em «planeamento do território» decidiu que Mora passaria a pertencer ao «distrito» (Nomenclatura de Unidade Territorial, como se diz) de Portalegre. O disparate é de tal ordem que, hoje, duas mil pessoas (num concelho com 6 mil habitantes), encabeçadas pelo presidente da Câmara, o comunista José Manuel Sinogas, vieram para a rua, com razão, exprimir o seu descontentamento pela a decisão e cortam, simbolicamente, a estrada nacional. Mas ao disparate, José Manuel Sinogas, respondeu com outro disparate (esforçando-se por aplicar a actual linha política do partido) : «É um acto fascista o que estão a fazer ao Concelho de Mora». Será que o presidente da Câmara de Mora, um membro do partido comunista, não sabe o que foi o fascismo? Fica-lhe mal!

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publicado às 23:08

||| Treinador de sofá.

por Tomás Vasques, em 30.04.08
Avram Grant destronou hoje o «Special One». O Chelsea está na final dos Campeões Europeus.

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publicado às 22:09

||| Marketing político.

por Tomás Vasques, em 30.04.08
Depois da notável entrevista, ao Público, de Cunha Vaz, sobejamente comentada, é notável a serenidade de Luís Paixão Martins que se esforça por demonstrar, há muito tempo, que a beira da estrada nada tem a ver com a estrada da Beira.

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publicado às 00:57

||| Morram de fome, mas milho marado, nunca!

por Tomás Vasques, em 30.04.08
Agora que a fome aperta, os tais activistas contra o milho marado escondem-se na toca.

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publicado às 00:34

||| Diálogos absurdos.

por Tomás Vasques, em 30.04.08
- Para onde fugiu o cabrão?


- Entrou na esquadra da polícia.

.
- Na esquadra da polícia? Vamos lá dar-lhe um enxerto de porrada para ele aprender.


- Dentro da esquadra?


- Sim! Senão ele ainda pensa que não está no Brasil.

(Aparte o «diálogo»: o agredido (dentro da esquadra da polícia) deve conhecer os agressores (já tinha sido agredido fora da esquadra). Passados dois dias, não há notícias da detenção dos agressores? É esta impunidade que gera a insegurança.

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publicado às 00:09



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