Chegado a este ponto de contestação dos professores à avaliação de desempenho, ao Governo não resta outra saída se não avançar com a avaliação, corrigindo-a com os critérios de razoabilidade, se for caso disso. Os professores não são os donos, nem os destinatários da Educação. São uma ferramenta. Se o Governo está certo da justeza das suas propostas deve aplicá-las sem temores eleitoralistas. Neste momento, qualquer recuo é a morte do artista.
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O postulado marxista segundo o qual a classe operária é a classe mais revolucionária porque, sendo a mais explorada, nada tem a perder na luta contra a exploração, aplica-se hoje aos trabalhadores da Função Pública. Os trabalhadores das empresas privadas sabem que se iniciarem um processo reivindicativo irrealista acabam por levar à falência a «sua» empresa e isso significa o desemprego. Os trabalhadores da Função Pública sabem que, «não têm nada a perder», e muito menos o emprego.
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É normal a contestação dos professores: ninguém aceita ser avaliado em concreto, apesar de passar anos e anos a dizer que um dos males da Educação é a falta de avaliação de desempenho dos professores. No fundo, fico com a sensação que esta contestação é comparável às «reuniões de condomínio»: todos os condóminos estão de acordo em pintar a fachada degradada do prédio. Quando se reúnem nunca chegam a acordo sobre os orçamentos e sobre a cor a aplicar. O resultado é que a fachada continua por pintar mais uns anos.
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Parece que a contestação dos professores à avaliação de desempenho saltou por cima dos muros sindicais. Não sei se a proposta de avaliação do governo é justa ou não. Mas não é suposto eu saber, já que, interrogados sobre os pontos da avaliação de que discordam, os professores entrevistados numa manifestação (telejornal de SIC de hoje) também não demonstraram ter ideias precisas. «É a disponibilidade, sei lá, são todos» – foi a resposta mais precisa que ouvi de um manifestante.
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O
PSOE de Zapatero, a uma semana das eleições, mantêm uma vantagem de 4 pontos (42, 9%-38,8%) sobre o PP, segundo a mais recente sondagem, a qual acrescenta que 53% dos espanhóis preferem os socialistas no governo.
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O Sporting ganhou, hoje, em Alvalade, um precioso ponto na luta pelo 4º Lugar.
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É bom viver num país em que quem quer se pode manifestar e gritar, alto e a bom som, protegidos pela policia, que vivemos num «
estado policial».
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