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||| Contraditório.

por Tomás Vasques, em 11.03.08
João Tunes dá-nos «O CONTRADITÓRIO SOBRE AS FARC».

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publicado às 16:52

||| A pressa…

por Tomás Vasques, em 11.03.08

«A pressa gera o erro em todas as coisas» de Heródoto

(via Miguel)

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publicado às 14:21

||| Treinador de sofá.

por Tomás Vasques, em 11.03.08
A propósito deste post, do Pedro, lembrei-me deste, em que, a 20 de Agosto de 2007, se previa o futuro de Camacho.

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publicado às 14:04

||| Meteorologia.

por Tomás Vasques, em 11.03.08
Assim que esta «história» dos professores acalmar, acalma também a luta interna no PSD. Quando é para perder ninguém se mexe.

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publicado às 11:27

||| Diálogo à vista?

por Tomás Vasques, em 11.03.08

Afinal a situação não é tão grave como se suponha, nem a avaliação dos professores tão má como a pintaram. Depois da «esmagadora manifestação» dos professores, no sábado, o primeiro-ministro disse o que tinha a dizer: mantinha toda a confiança na ministra da Educação. Ao PCP e à Federação dos Professores restava prosseguir a luta, a qual tinha uma consequência possível, sobretudo por se tratar de uma luta corporativa: esvaírem-se na indiferença ou no desagrado do resto do país. Bastou António Vitorino, ontem, na RTP, sugerir que a aplicação do novo modelo de avaliação seja «aferida» durante um ano ou ano e meio para o «patrão» do Federação, Mário Nogueira, dizer: «Trata-se de uma proposta de quem sabe e percebe que há coisas que tem de ser graduais, num processo complexo». Afinal, parece, que a questão deixou de estar centrada na aplicação da avaliação em si, mas na aplicação com possibilidade de aferição. Como dizia, ontem, António Vitorino, não se deve utilizar palavras como «recuo» ou «cedência» para não minar o diálogo.

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publicado às 11:03

||| Políticos de plástico.

por Tomás Vasques, em 11.03.08
Tiago Barbosa Ribeiro: «Nicolas Sarkozy é um dos grandes expoentes desses políticos de plástico que a direita gosta de encontrar na esquerda, nomeadamente quando ganham eleições. Sarkozy vive, sempre viveu, num deserto político de lugares-comuns e numa doentia obsessão mediática. Durante a campanha eleitoral, a direita portuguesa entusiasmou-se com a notável «ruptura» que Sarkozy supostamente representaria na velha Europa e na maldita França. Mas não. Sarkozy lidera uma nova geração de políticos de direita sem ideias nem programa e a sua jactânsia fez o resto

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publicado às 08:44

||| Pastor a fumar.

por Tomás Vasques, em 11.03.08

Fotografia de João Espinho.

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publicado às 00:27

||| Frases soltas.

por Tomás Vasques, em 11.03.08


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