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||| USA, 2008 [2]

por Tomás Vasques, em 05.02.08
Para quem estiver disponível para uma noitada, há dois lugares em português a fazer a cobertura em tempo real das primárias norte-americanas: Pedro Dória e O biscoito fino e a massa.

(via Cristina Vieira)

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publicado às 23:55

Para o PCP, Prodi governou a Itália mais à direita do que Berlusconi. Assente essa premissa «ideológica», dá «pistas» para os comunistas italianos apoiarem Berlusconi nas próximas eleições:
«Posicionando-se desde o início ao lado do grande capital e do imperialismo norte-americano, Prodi foi mais longe nas políticas anti-sociais e militaristas do que puderam ir os governos do seu predecessor Sílvio Berlusconi, refreados por uma forte oposição popular. (…) Berlusconi, que já se lançou na campanha eleitoral, prometendo reduções de impostos, a reforma da justiça e combate à criminalidade, não desdenha eventuais apoios à esquerda para governar mais calmamente.»
Avante, 31 de Janeiro de2008.

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publicado às 22:52

||| Histórias da República [3]

por Tomás Vasques, em 05.02.08

«(...) em Lisboa, os monárquicos, com excepção dos que foram apanhados em Monsanto gozavam de ampla liberdade, faziam os seus conciliábulos, entregavam-se como sempre à campanha dos boatos. Foram eles que espalharam a notícia, de que se fez eco a imprensa estrangeira, de que navios de guerra ingleses se opunham a que o Porto fosse bombardeado. Em Lisboa esteve um único navio de guerra inglês, o Liverpool, que entrou e saiu, e no Norte apenas constava ter entrado o cruzador Diadème, mas o governo de Lisboa fazia desmentir formalmente que qualquer deles tivesse intervido - escrevia 0 Mundo – «a favor de cidades, ou de indivíduos portugueses.» (...) 0 equívoco – mais um equívoco! – em que o governo Relvas caiu solidarizando a República com o sidonismo, ou aceitando a solidariedade dos sidonistas, está produzindo os seus frutos e sabe Deus quantos produzirá ainda! A opinião republicana, mais esclarecida do que a dos homens que a dirigem, não aceita visivelmente essa solidariedade, procura ainda surdamente, mas de um modo manifesto já, combater o equívoco, purificar a atmosfera política, restaurar definitivamente a República. Deste antagonismo vão sair – ai de nós! – novas lutas. A manifestação mais característica deste equívoco foi a sessão do Senado, no dia 30 de Janeiro. Como se não houvesse em Portugal uma guerra civil, como se os monárquicos não tivessem restaurado a monarquia no Norte e não houvessem hasteado a bandeira azul e branca nos muros do Porto, como se ali mesmo em Lisboa, poucos dias antes, não se tivesse travado uma luta sangrenta para defender a República, isto é, como se nada disto se tivesse passado, como se tudo isto fosse um sonho e tudo continuasse como dantes, sob Sidónio Pais ou sob Tamagnini Barbosa, o Senado reuniu com a sua maioria sidonista e a sua minoria monárquica e discursou, deliberou como nos dias mais correntes da ditadura: 0 senador monárquico Domingos Pinto Coelho prestou homenagem à memória do presidente da República Brasileira Rodrigues Alves, o presidente Zeferino Falcão manifestou o seu pesar por só então, poder o Senado associar-se ás manifestações de pesar da Câmara, pela morte do presidente Roosevelt. A estes votos associaram-se outros senadores monárquicos – o visconde de Carriche, o Castro Lopes ... Introduziu-se na sala um novo senador, deliberou-se agregar um outro à comissão de infracções. Estavam presentes 30 senadores e não diríamos que Portugal se encontrava em guerra civil, se Machado Santos, que continua à solta, sem que a República ponha definitivamente um termo às suas loucuras, não tem apresentado um projecto de lei que o faria baixar imediatamente a um manicómio, se tantos outros documentos do mesmo género não o classificassem de há muito entre os mais desenfreados vesânicos que a Revolução de 5 de Outubro desencadeou na sociedade portuguesa
Diário de João Chagas, 5 de Fevereiro de 1919.

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publicado às 21:59

||| Blog de Elite e «elitismo».

por Tomás Vasques, em 05.02.08
Os blogues Câmara Corporativa (Miguel Abrantes) e Defender o Quadrado (Sofia Loureiro dos Santos) distinguiram o Hoje há Conquilhas como um blog de Elite. Agradeço a escolha porque entendo «blog de elite» no sentido da participação cívica, política e cultural neste universo e não daquela outra interpretação «elitista» – esta no mau sentido, segundo a qual a blogosfera é composta por 95% de lixo. Porque blogues de elite (no bom sentido) abundam por aí, inibe-me enumerar apenas meia dúzia.

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publicado às 21:23

||| USA, 2008.

por Tomás Vasques, em 05.02.08

Hillary Clinton enfrenta hoje, numa jornada eleitoral decisiva, Obama, Oprah Winfrey, os Kennedy, John Kerry, as sondagens … aguardemos os resultados.

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publicado às 12:38

||| Jardim de S. Pedro de Alcântara.

por Tomás Vasques, em 05.02.08

Obras acabadas. Tinha sido prometido «até ao Natal, o mais tardar até Janeiro do próximo ano». Prazo cumprido.

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publicado às 11:38

||| Milhões de colombianos contra as FARC

por Tomás Vasques, em 05.02.08






Ontem nas ruas de Bogotá e em todas as cidades do país, milhões de colombianos se manifestaram contra as FARC. Os jornais locais são unânimes em considerar que se tratou da maior manifestação de sempre na Colômbia.

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publicado às 10:46



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