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||| Gostei de ler.

por Tomás Vasques, em 27.01.08
SNS: o outro telefonema de Alijó. António P. (Fim-de-semana alucinante).
Por exemplo. Rui Bebiano (A Terceira Noite).
As palavras, o tom. Francisco José Viegas (A Origem das Espécies).

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publicado às 22:16

||| Treinador de sofá.

por Tomás Vasques, em 27.01.08
Só conta para o campeonato da segunda circular, mas foi bonito calar a claque azul desde os 14 minutos de jogo. É obra!

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publicado às 21:53

||| Agenda cultural [3].

por Tomás Vasques, em 27.01.08



Passe os olhos pelo Cenáculo - Boletim on-line do Museu de Évora. Este é o nº 2 e merece leitura.

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publicado às 16:26

||| A luta da memória contra o esquecimento.

por Tomás Vasques, em 27.01.08
Em 1976, um jovem comunista soviético, de seu nome Sergei Yastrzhembskiy, aprendeu português e trabalhou numa tese dedicada à «Revolução Portuguesa». Inevitavelmente, «encontrou» no caminho Mário Soares e se interessou pela personagem («as suas posições face à sociedade e à política não podiam deixar de me interessar enquanto investigador»). Deste interesse nasceu, em 1981, um livro que foi publicado com uma tiragem de 300 exemplares e divulgado sob a chancela «para uso interno», como conta o autor. A editora Temas & Debates acaba de publicar o dito texto sob o título Mário Soares e a Democracia Portuguesa Vistos da Rússia. É um texto interessante, sobretudo do ponto de vista da memória. Transcrevo um parágrafo para situar a óptica do autor: «Confrontam-se duas tendências opostas: a escalada da ofensiva reaccionária contra as conquistas progressistas da revolução de Abril e a luta da esquerda e das massas populares em defesa do que então se conseguiu. (…) Foi precisamente durante a governação do I Governo Constitucional dos socialistas que se enveredou pelo caminho da redução dos direitos económicos dos trabalhadores e progressivamente pela suspensão das conquistas do 25 de Abril

A leitura deste texto, agora transformado em livro, de Sergei Yastrzhembskiy, faz-nos avivar a memória dos anos 1974-1980 e, sobretudo, comparar o que hoje se diz sobre os mesmos temas: ataques aos direitos sindicais, restrições das liberdades dos trabalhadores e por aí fora. O PCP não mudou, e todo o mérito lhe é devido por isso. Diz sempre a mesma coisa a partir da «análise da luta de classes». Mas podemos comparar os outros protagonistas de ontem. Nalguns casos é interessante constatar, na óptica dos comunistas, como os «reaccionários» de há 30 anos se transformaram nos «progressistas» de hoje. Cito, por exemplo: «O diploma que provocou a maior indignação e resistência dos trabalhadores foi a Lei Barreto, que previa sérias restrições das conquistas dos trabalhadores rurais da zona da reforma agrária. A lei em questão condenou ao desemprego três em cada quatro trabalhadores rurais das províncias do Alentejo e Ribatejo.» Restringir as conquistas dos trabalhadores e lançat no desemprego 75% dos trabalhadores rurais da zona da reforma agrária é obra!
Vale a pena ler este livro de Sergei Yastrzhembskiy, cuja publicação em português foi sugerida por Mário Soares. Voltarei ao tema.

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publicado às 15:37

||| Para que a memória não se perca.

por Tomás Vasques, em 27.01.08

O meu amigo João Soares, de Auschwitz, enviou-me hoje, 27 de Janeiro de 2008, uma mensagem: para que a memória não se perca.

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publicado às 13:26

||| Tranquilidade.

por Tomás Vasques, em 27.01.08

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publicado às 09:14

||| Pela nossa saúde (4).

por Tomás Vasques, em 27.01.08
«Ainda ninguém provou que existem agora mais mortes porque fecharam urgências, ou mais partos em ambulâncias devido ao encerramento de maternidades; ainda não houve qualquer pedido para um debate sério e digno sobre a política da saúde em Portugal; ainda não se ouviu nenhuma proposta de contra-reforma daquela que o actual Governo pôs em marcha depois das conclusões do estudo encomendado a uma comissão especializada; nunca foi equacionado qualquer pacto de regime entre os dois partidos que alternam no poder, PS e PSD, sobre esta questão fundamental.·

Perante uma reforma mal explicada a quem dela deve usufruir e o aproveitamento das suas consequências, os episódios a que se assiste só desprestigiam o País e alimentam a descrença da população nos políticos e nas suas políticas. E o pior é que a cada mudança de Governo é preciso começar tudo de novo.»
Editorial do DN, 27.01.08.

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publicado às 08:36



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