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«De facto, o que a bancada do PS propõe não é que se decida pela despenalização mas, sim, que se decida convocar um referendo, e o Sr. Deputado sabe que temos tido, coerentemente, uma posição contrária a essa via
Bernardino Soares (deputado do PCP, I Série – DAR, Número 014 20 de Outubro de 2006:)
(via Miguel Abrantes)

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publicado às 23:41

||| No gulag não havia cerejas, só nas datchas.

por Tomás Vasques, em 09.01.08

Meu caro Vítor Dias: o único truque que consigo vislumbrar (defeito, certamente, de quem não foi bafejado pela fé nos amanhãs que cantam) nas sintonias a que aludi é promovido por quem quer vender gato por lebre. Isto é, por quem quer confundir ditadura com democracia e democracia com ditadura. Os seus camaradas - Miguel Urbano Rodrigues e António Vilarigues, por exemplo, com os quais deve estar de acordo, na medida em que nunca li nenhum comentário crítico, da sua parte, a tais afirmações – são claros quanto à caracterização do regime em que vivemos: uma ditadura (ditadura socratiana, diz um, ditadura parlamentar da burguesia, subtil e mais violenta, porque disfarçada, que a censura assumida pelos regimes fascistas e fascizantes, diz o outro). Ora, penso, o Vítor não deve ter ficado assim tão chocado com o facto de o ter associado às vozes que consideram o regime em que vivemos como uma ditadura. Se ficou diga-o de uma forma clara. Mas, no entanto, considera a democracia soviética, a mais perfeita até hoje alcançada pela humanidade, como o seu camarada Leandro Martins escreveu no Avante, 22.02.2007. Ou, também, não está de acordo? Está a ver esta dicotomia ditadura/democracia? Já percebeu onde está o gato ou quer que faça um boneco? (Continua).

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publicado às 20:32

||| O referendo, por Vasco Pulido Valente.

por Tomás Vasques, em 09.01.08
«Não gosto do referendo e sempre o achei perigoso e nocivo. Primeiro, porque diminuiu e desvaloriza a representação política. Segundo, porque inevitavelmente tende a deturpar o debate e a vontade do eleitorado. Nenhum problema complicado tem uma resposta de "sim" ou "não". E, como não tem, os dois lados de qualquer campanha, (...) acabam por cair na "simplificação terrível" da demagogia
O referendo, Vasco Pulido Valente, Público 20.01.07.

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publicado às 19:44



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