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||| Pastorinhos?

por Tomás Vasques, em 08.10.07
«Más de mil videntes se ofrecen a los McCann para encontrar a Madeleine»

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publicado às 21:08

«Brown admite referendo se tratado não respeitar exigências britânicas»

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publicado às 20:55

||| Polémicas.

por Tomás Vasques, em 08.10.07

Um estudo da revista Forbes diz que as capas das revistas com Jennifer Aniston são as que mais vendem, informa Coutinho Ribeiro. Por sua vez André, em tarde de Domingo, discorda e diz que o prémio devia ir para Scarlett Johansson. Cá por mim, nem Woody Allen me convence: ninguém vende mais do que a Angelina, (apesar de António Vitorino a ter confundido com Francisco Louçã) a actriz mais votada pela Forbes no The Celebrity 100. Aceitam-se mais sugestões...


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publicado às 19:51

||| Citações.

por Tomás Vasques, em 08.10.07
Excerto de O fim de Bush e o campo liberal, Francisco José Viegas, JN, 08.10.07.

«Não se percebe como, na história das ideias do último quartel do século XX, um termo tão expressivo e tão belo, "liberal" (reproduzo as palavras de Bernard Henri-Levy no seu último ensaio sobre a América), pôde ser tão enxovalhado pela esquerda e pela direita; ele diz respeito a uma consciência livre da cidadania, a uma independência de carácter que é herdeira dos cavalheiros e das ideias que no século XIX forjaram as nossas sociedades democráticas; diz respeito ao primado da liberdade, dos direitos dos cidadãos e do rigor republicano sobre o interesse absoluto do Estado e o prolongamento dos interesses de casta. Isso é ser liberal no nosso velho mundo.»

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publicado às 08:49

||| Alta tensão.

por Tomás Vasques, em 07.10.07


Foi você que pediu uma linha de alta tensão sobre a sua casa? A REN leva-a até si sem despesas, nem encargos. E se algum Tribunal se intrometer no seu desejo, não se preocupe: a REN está tecnicamente preparada para fazer valer os seus interesses e superar as «burocracias». Aliás, a REN «introduziu no pensamento empresarial o conceito de “cidadania”». Durma, pois, descansado, debaixo de uma rede de alta tensão. A REN zela por si e pelo seu sono.

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publicado às 23:26

||| Banda desenhada.

por Tomás Vasques, em 06.10.07
O Avante, num exercício de literatura infantil, explica detalhadamente o «processo eleitoral» em Cuba. O povo cubano deve estar ansioso à espera do próximo dia 21 de Outubro, dia das próximas «eleições». Num amanhã próximo, quando milhões de cubanos saírem à rua a festejar a queda do regime castrista, os comunistas portugueses vão ficar de boca aberta e exclamar atónitos: com um regime tão democrático que eles tinham isto só pode ser obra da CIA.

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publicado às 20:37

||| Madame Bobone.

por Tomás Vasques, em 06.10.07
Uma tal senhora Bobone, apresentada como «especialista em etiqueta», o que significa que não faz das mãos talher, nem usa uma pedra quando não há papel higiénico, foi entrevistada pelo Sol, naquelas entrevistas de praia da página 2. De mãos na anca, tipo forcado, como manda a «etiqueta», é uma pedra da primeira à última linha: desde dizer que «sofre mais com uma árvore cortada do que com um enforcado» até «eu daria um “granda” política, mas não estou para isso», a senhora desfaz em caca em cada resposta. Mas, a má notícia, é que o país está cheio de Bobones.

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publicado às 20:06

||| O referendo.

por Tomás Vasques, em 06.10.07
Não há, na democracia portuguesa, uma tradição referendária. Nem os portugueses estão com isso preocupados. Antes pelo contrário: nos três referendos realizados mais de metade dos eleitores dispensou a participação. Não acreditam no «esclarecimento» que daí advém ou, quem sabe, ainda carregam o «trauma» do referendo à Constituição de 1933. Então, no que diz respeito à Europa e aos seus tratados, referendo é algo que nunca lhes passou pelo goto: não referendaram o Tratado de Adesão, assinado a 12 de Junho de 1985, nem o Acto Único Europeu, nem os Tratados de Maastricht e de Amesterdão. Porque cargas de água têm, agora, de referendar o novo Tratado? Porque há uns «ilustres» que precisam de espaço para «esclarecer» duas coisas que sabem de antemão: a primeira é que o Tratado é mau, muito mau mesmo. Provoca desemprego, pobreza e outras mazelas; a segunda é que um governo que quer ver aprovado este Tratado é mau, muito mau mesmo. Em consequência, votar neste governo nas próximas eleições legislativas é votar na «desgraça» que o Tratado nos traz. Cá por mim tanto o referendo, como o Tratado não alteram grande coisa.

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publicado às 17:06

||| Corrupção e ditaduras.

por Tomás Vasques, em 05.10.07
Um juiz chileno ordenou, ontem, a detenção da viúva do ditador Augusto Pinochet e dos seus 5 filhos, envolvidos no saque de milhões de dólares durante a ditadura. Há 3 anos, uma investigação do Senado norte-americano descobriu quase uma centena de contas bancárias, nos Estados Unidos, em nome do ditador chileno, de familiares e amigos. As ditas contas, quase 15 anos depois do afastamento de Pinochet do poder, ainda totalizavam a «simpática» quantia de 27 milhões de dólares. Corrupção e ditadura sempre se conjugaram, em todos os tempos e latitudes. Verdade seja dita: o ditador de Santa Comba deve ser a única excepção.

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publicado às 09:06

||| Outono.

por Tomás Vasques, em 04.10.07
O Outono está cada vez mais Outono. Noto no cheiro a terra molhada, no cair da noite e na pasmaceira política. A agitação nas hostes do PSD, no rescaldo da eleição de Filipe Menezes, amainou. Não resistiu uma semana. A oposição anda escondida. O CDS vegeta, enquanto Paulo Portas procura desesperadamente uma «nova oportunidade». O PSD está adiado até ao Congresso. O PCP está a recuperar do esgotamento em que a Festa do Avante o deixou. O BE ainda não se encontrou depois do «acordo de Lisboa». Neste silêncio, nesta ausência de política, a oposição ao Governo ficou esta semana nas mãos dos socialistas: João Cravinho, em entrevista à Visão, queixa-se da insensibilidade do PS para combater a «corrupção de Estado, a apropriação de órgãos vitais de decisão ou da preparação da decisão por parte de lóbis»; Carlos César, por sua vez, demonstrando a sua boa educação, disse qualquer coisa imprecisa contra o Governo, ao pisar terra madeirense. E, por não haver mais nada, se transformam em notícias importantes. Nesta pasmaceira, sem centelha de vida política, ao «povo» resta-lhe dedicar-se ao futebol (onde sente que pode participar, discutir, ter opinião) ou ao caso McCann (onde pode mudar de opinião todos os dias). Pela minha parte, à falta de melhor, e porque é Outono, a partir de amanhã inicio a época do cozido à portuguesa. E seja bem vindo quem vier por bem. E pode trazer outro amigo, também.

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publicado às 21:05

||| A ler.

por Tomás Vasques, em 04.10.07
A entrevista de João Cravinho à Visão, onde se declara chocado com a falta de sensibilidade do grupo parlamentar do PS quanto ao fenómeno da corrupção.

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publicado às 15:16

||| Subtilezas.

por Tomás Vasques, em 03.10.07
Vasco Pulido Valente aproveita as páginas da revista Atlântico para, a propósito da crítica ao filme A vida dos outros, de von Donnerrsmarck, comparar em cada parágrafo a actuação da Stasi à Pide, a repressão na RDA à repressão salazarista. Como exercício de crítica cinematográfica não está mal.

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publicado às 15:17

Aqui.

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publicado às 13:14

||| Maioria absoluta em marcha?

por Tomás Vasques, em 03.10.07
Daniel Oliveira (Arrastão) tem no seu blogue um inquérito: «Se as eleições fossem hoje em quem votaria?» O Bloco de Esquerda está às portas da maioria absoluta.

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publicado às 09:53

||| Sem título, acrílico sobre tela.

por Tomás Vasques, em 02.10.07

A 8 de Outubro de 1967, Che Guevara (uma espécie de Trotsky latino-americano) foi assassinado na Bolívia, num desfecho previsível para a sua aventura da «revolução permanente». Não lhe restou outro caminho, porquanto as divergências com Castro não tinham sucesso à vista: ele era, em Cuba, um estrangeiro. 40 anos depois ainda há quem lhe tema o gesto de querer incendiar toda a América Latina. Significa, no fundo, temer o simbolismo da Irmã Lúcia, deixando de lado a Nossa Senhora de Fátima.

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publicado às 23:03




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