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||| O novo PSD.

por Tomás Vasques, em 14.10.07
Li e ouvi os mais variados comentários sobre o Congresso do PSD este fim-de-semana. Uns centram-se nas dificuldades que Pedro Santana Lopes, como líder parlamentar, irá criar a Luís Filipe Menezes; outros, são da opinião que Menezes é líder de meio partido (o outro meio – Marcelo, Pacheco Pereira, Rui Rio e outros - vai andar por aí a conspirar e a dificultar a acção da nova direcção; outros, ainda, dizem que o discurso final de Menezes joga em todos os tabuleiros: quer mais e menos Estado, mais e menos serviço público, mais e menos serviço privado, mais contenção e mais despesa. É possível encontrar «verdade» em cada um destes comentários, mas tudo se reduz e encaixa na dicotomia «credibilidade/descontentamento», ou seja: ganhará «este» PSD credibilidade para capitalizar o eventual descontentamento que ainda não teve oportunidade de se expressar eleitoralmente? Dentro de certos limites, o «descontentamento» é conservador, não arrisca: para pior já basta assim, enquanto a «credibilidade», muitas vezes, é assimilada mais por elementos emocionais do que racionais. O PSD de Marques Mendes nunca ganhou a «credibilidade» necessária para ser alternativa ao actual governo e, assim, continuaria até 2009. Os militantes do PSD sabiam isso, como todos sabíamos. O PSD de Luís Filipe Menezes vai ter uma nova «oportunidade», antes de 2009, para se «credibilizar». Os próximos 6 meses são decisivos para avaliar como cresce ou decresce o «descontentamento» e como cresce ou decresce a «credibilidade». Está tudo em aberto, obviamente.

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publicado às 20:11

||| Tarde e a más horas.

por Tomás Vasques, em 14.10.07


O general Ricardo Sanchez, comandante das tropas americanas no Iraque entre o início da guerra e meados de 2004, diz, agora, que «Não há dúvidas de que os EUA estão a viver um pesadelo sem fim à vista no Iraque». Já todos sabemos, como sabemos que foi Sanchez quem terá autorizado os militares americanos a usarem cães para intimidar prisioneiros iraquianos em Abu Ghraib. As declarações do general são corporativas: os Estados Unidos perderam a guerra do Iraque por causa dos políticos e não dos militares. Até pode ser verdade, mas o pecado original está nos motivos da invasão de um país soberano e não no modo de conduzir a guerra. E sobre o pecado original o general nada disse.

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publicado às 09:56

||| A vida não está fácil para ninguém.

por Tomás Vasques, em 14.10.07
«Igreja abriu sob apupos e assobios»

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publicado às 09:27



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