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Coligações de esquerda [1]

por Tomás Vasques, em 10.09.07

Hoje, no Público, André Freire disserta sobre «Coligações e democracia: os dilemas da esquerda», onde perpassa a «simpatia» pelo acordo PS-BE na Câmara de Lisboa e, também, onde se estranha as incompreensíveis «declarações de certos dirigentes do BE parecendo rejeitar liminarmente uma coligação em 2009» (com o PS e a nível nacional). Os fundamentos que sustentam a «tese» de André Freire passam ao lado do essencial, mas mereceram de imediato o elogio de «certos» apoiantes do BE, o que não é de admirar. O assunto começa a estar na ordem do dia, não só no interior do BE, mas também no PS. Darei conta da minha modesta opinião sobre o tema.

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publicado às 23:22

«sound-bytes», dizem eles.

por Tomás Vasques, em 10.09.07
«Défice comercial português baixou 7,5 por cento no primeiro semestre

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publicado às 22:41

Onde se misturam corvinas e chineses.

por Tomás Vasques, em 10.09.07


O Expresso do último sábado noticiava que Maria José Nogueira Pinto, de novo à frente do projecto de reabilitação da Baixa-Chiado, agora pela mão do PS, quer acabar com as lojas chinesas na Baixa de Lisboa. Esta «ideia» pouco fica a dever à «ideia» das amêijoas e das corvinas de Sá Fernandes. Para além de poder ser interpretada como xenófoba (os partidários de Sá Fernandes já escreveram: «a Câmara ter uma “comissária” para a Baixa-Chiado, que já pela segunda vez dá provas da mais bafienta xenófobia é, no mínimo, desprestigiante para uma cidade que se quer moderna, cosmopolita e desenvolvida»), a «ideia» só é concretizável, a curto prazo, violando as mais elementares regras de mercado e violando a Constituição. Ou seja, impedindo (ilegalizando) a compra, o arrendamento ou o trespasse na Baixa a um determinado tipo de comerciantes, em função da nacionalidade (chineses) ou do objecto do comércio (produtos chineses). É óbvio que se trata de uma tonteria. A Baixa lisboeta está degradada, a todos os níveis, e é apenas um ponto de passagem. A restauração definha em qualidade e até a Loja das Meias sucumbiu por falta de clientes, por exemplo. As boas marcas e o comércio de qualidade não querem a Baixa e, por isso, a compra, o arrendamento e os trespasses são baixos em relação a outras zonas da cidade. Só a requalificação daquele território, em função dos desejos, dos hábitos e das necessidades das pessoas (e não em função de «projectos» saídos da cabeça de «iluminados»), que dê nova vida à Baixa, irá permitir a valorização dos espaços físicos, da procura e do comércio, e então, haverá uma selecção da oferta e da qualidade. Um dos males do nosso «planeamento» passa, em primeiro lugar, pela noção de que nunca se executará; em segundo lugar, pela (ir)responsabilidade dos «responsáveis» em função dos resultados. Assim, podemos brincar à vontade às cidades, ao planeamento, etc. O último a sair que apague a luz.

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publicado às 18:10

Ilustração.

por Tomás Vasques, em 10.09.07
Amanhã, 11 de Setembro, às 19 horas, inauguração (se não for cancelada até 3 horas antes) da exposição de ilustração de Pedro Vieira. Na Trem Azul Jazz Store, Rua do Alecrim, 21 A, em Lisboa.

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publicado às 14:24



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