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Espanha a votos.

por Tomás Vasques, em 27.05.07
Raramente se tiram ilações das frases bombásticas proferidas no calor das campanhas eleitorais. Aznar, num comício do PP em Saragoça, afirmou: «Cada voto que no vaya al PP será un voto para que ETA esté en las instituciones». Os resultados eleitorais de hoje, em Espanha, terão demonstrado que metade dos espanhóis quer que a ETA «esté en las instituciones» ou, apenas, quer dizer que o pessoal não alinha em demagogias primárias?

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publicado às 23:49

Taças.

por Tomás Vasques, em 27.05.07

O Cambra conquistou a Taça de Portugal em hóquei em patins.
O Sporting conquistou a Taça de Portugal em Futebol.

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publicado às 19:05

Uniões de facto.

por Tomás Vasques, em 27.05.07

« (...) O governo faz tranquilamente o que a direita no lugar dele faria. A direita agradece.(...

Vitor Dias, membro do Comité Central do PCP.

«(...) a greve geral, essa excepcional oportunidade para o mundo do trabalho dar um safanão no rumo desastroso que o governo Sócrates está impondo ao país

Vasco Pulido Valente, no Público de hoje (27/5).

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publicado às 16:50

Frases com história.

por Tomás Vasques, em 27.05.07
O túnel do Marquês é uma espinha cravada na garganta de Sá Fernandes.

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publicado às 16:24

Quem?

por Tomás Vasques, em 27.05.07



«O Zé faz falta»????? A quem?

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publicado às 16:03

Citações.

por Tomás Vasques, em 27.05.07

«Lisboa revelou a fraqueza dos dois grandes partidos do regime. Nem o populismo de esquerda do PS, nem o populismo de direita do PSD são fenómenos passageiros

Vasco Pulido Valente, Populismos, Público 27.05.05.

«Não sei se, num Congresso em Outubro, Marques Mendes poderá manter-se. Sei que, com esta candidatura autárquica, ele ilustrou da pior maneira a falta de autoridade que o tolhe. E sei que, com um mau resultado nas urnas, ele demonstrará o paradoxo que há muito revelou: é ser ele próprio o ventre mole do núcleo duro da sua liderança

Nuno Brederode Santos, A ESTRANHA MALDIÇÃO, DN, 27.05.07.


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publicado às 09:44

Verdade?

por Tomás Vasques, em 27.05.07
«Jerónimo de Sousa apela à participação na greve geral de quarta-feira».

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publicado às 00:05

Um ninho de cucos.

por Tomás Vasques, em 26.05.07
A diferença mais importante entre um «partido político» e um «movimento de cidadãos» é que o primeiro é um movimento de cidadãos organizado, com um percurso e um enquadramento ideológico, enquanto o segundo é apenas uma rábula (por natureza amorfa e inorgânica) destinada a sustentar o «sentido de oportunidade» (o oportunismo?) messiânico de um franco-atirador, sobretudo nos momentos em que há descontentamento popular com a «política» e os «políticos».

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publicado às 23:20

Um laboratório chamado Lisboa (3).

por Tomás Vasques, em 26.05.07
Paulo Portas, aquando do seu recente regresso à liderança do CDS-PP, disse: «Se fosse para fazer mais do mesmo, não estaria aqui.» O seu objectivo, acrescentou, é fazer do CDS-PP «um grande partido de centro-direita». Nas eleições intercalares em Lisboa apresentou, em congresso, com pompa e circunstância, mais do mesmo: Telmo Correia. Tudo indica que nestas eleições o «centro-direita» vai estar todo ocupado e ninguém vai deixar Telmo Correia entrar nesse barco. Com «mais do mesmo» e sem «centro-direita», não é de estranhar que o candidato do CDS-PP nem sequer seja eleito. Resta a dúvida se Paulo Portas se demite na noite de 15 de Julho ou arrasta, pelas ruas da amargura, essa decisão até à noite das legislativas. De qualquer modo, este CDS-PP está a deixar lastro para o PSD.

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publicado às 21:53

Um laboratório chamado Lisboa (2).

por Tomás Vasques, em 26.05.07
Um bom resultado eleitoral de Helena Roseta em Lisboa (qualquer coisa entre os 10 e os 15 por cento), depois do resultado de Manuel Alegre nas presidenciais, vai levar à reflexão, por aquelas bandas, sobre as legislativas de 2009. Como nessas eleições os «independentes» ficam de fora, o tal MIC de Manuel Alegre pode, finalmente, encarar a hipótese de se constituir em partido político e concorrer às legislativas. Aí, o PS fica com o flanco «esquerdo» desprotegido, o que pode dar mau resultado, mas o PCP e o BE vão ter que fazer pela vida para manter a representação parlamentar. O laboratório chamado Lisboa pode deixar tudo na mesma, mas também pode ser o início de um grande trambolhão.

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publicado às 21:17

Um laboratório chamado Lisboa.

por Tomás Vasques, em 26.05.07
A agitação de Santana Lopes (esta semana já deu três entrevistas: a primeira para desancar Marques Mendes; a segunda para pedir desculpa por o ter desancado; a terceira, hoje, no DN, para dizer que não vai abrir a boca até 15 de Julho) antecipa a noite das facas longas. Se Carmona Rodrigues «triturar» eleitoralmente Fernando Negrão, Santana Lopes vai desembainhar a espada e iniciar a guerra, em campo aberto, a Marques Mendes. Fevereiro de 2009 está já ao virar da esquina. Por ironia, nestas eleições lisboetas, Lopes torce por Carmona, um dos amigos que lhe deu uma facada nas costas, segundo as palavras do próprio anavalhado. É a vida – como dizia o outro.

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publicado às 20:39

Art News.

por Tomás Vasques, em 26.05.07

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publicado às 16:02

Interiores.

por Tomás Vasques, em 26.05.07




«Love Seat», de James Hopkins.

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publicado às 15:57

Milão Fashion.

por Tomás Vasques, em 26.05.07

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publicado às 15:52

Diferenças!

por Tomás Vasques, em 26.05.07


Os nossos vizinhos do lado também brincaram, num programa de televisão semelhante ao nosso, com Los diez españoles de la Historia. E, no mínimo, revelaram ter resolvidos os traumas, quer da guerra civil, quer da ditadura. Gostam da democracia em que vivem (entre os escolhidos figuram Adolfo Suárez e Filipe González), da sua história e da sua cultura. De Francisco Franco não reza a História. Eles - os Espanhóis - escolheram:
1. Rey Don Juan Carlos I 2. Miguel de Cervantes 3. Cristóbal Colón 4. Reina Doña Sofía 5. Adolfo Suárez 6. Santiago Ramón y Cajal 7. Felipe de Borbón 8. Pablo Ruiz "Picasso" 9. Santa Teresa de Jesús 10. Felipe González.
(via Patrimónios)

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publicado às 14:53




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