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por Tomás Vasques, em 27.11.06
SEPARADOS À NASCENÇA?
Não são contas do meu rosário, mas não fico indiferente à semelhança destas duas frases:
1. «Pacheco Pereira, nas reuniões estudantis da Academia do Porto, fez discursos inflamados sem ir parar aos calabouços da PIDE.», António Vilariges, Público, 20 de Janeiro, 2006.
2. «Será interessante acompanhar o nascimento, evolução (e, se se mantiver a tendência do passado, a morte por inanição) de blogues políticos que, pelos seus meios profissionais, se percebe terem financiamentos próprios cuja origem é desconhecida. É um fenómeno novo que mostra a importância crescente da blogosfera e do qual não vem nenhum mal, se existir um pouco mais de transparência. No fundo, trata-se de política pura e dura e não de qualquer actividade amadora e lúdica pelo que saber quem paga é relevante. Relevante e instrutivoJosé Pacheco Pereira, Abrupto, 27 de Novembro de 2006.
Ambas são insinuações maldosas.

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publicado às 22:08

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por Tomás Vasques, em 27.11.06
RAFAEL CORREA GANHA NO EQUADOR.
Rafael Correa, representante da esquerda equatoriana (e, diz-se, amigo pessoal de Hugo Chàvez), anti-americano, ganhou as eleições presidenciais na Equador – anunciam todos os jornais de hoje publicados em Quito. El Mercurio escreveu hoje: “Los ecuatorianos eligieron a Correa tras una década de inestabilidad política en la que ninguno de los tres presidentes elegidos culminó el mandato, presionados por revueltas populares que se saldaron con su destitución en el Congreso.” Há dois anos atrás ninguém acreditava que Ortega ganhasse as presidenciais na Nicarágua; na semana passada já todos acreditavam que Correa poderia ganhar no Equador. A América do Sul está a viver um ciclo político muito especial. O facto de se poder votar sem medo de que a consequência seja um golpe de Estado militar tem dado um outro rumo aos resultados eleitorais.

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publicado às 20:12

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por Tomás Vasques, em 27.11.06

CITAÇÃO:

«A voz da sua insubmissão atravessa o século XX e essa é uma qualidade que o transforma e a toda a sua vida num diamante em estado bruto. Insubmissão estética, política, social, cultural, insubmissão em tudo o que deve fazer de cada um de nós pessoas inteiramente livres. Só com pessoas inteiramente livres se construirão melhores sociedades, só com pessoas inteiramente livres se respeitará verdadeiramente a condição humana. A história, sabe-se, é quase sempre o contrário disso, mas se muitos Cesarinys florescessem tudo seria tão diferente. Todos seríamos menos prisioneiros, desde logo das nossas próprias cabeças tantas vezes poluídas com certezas excessivamente inabaláveis ou com preconceitos estupidamente destrutivos

Eduardo Dâmaso, Cesariny, DN, 27.11.06

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publicado às 09:35



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