Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



...

por Tomás Vasques, em 16.11.06
NAMORO.


Estive dividido entre as entrevistas de Santana Lopes e Cavaco Silva. Decidi-me sobretudo pela última, espreitando de vez em quando a primeira. Em relação à entrevista de Cavaco acrescento à lista do João as seguintes frases:“Cooperação estratégica”, “entendimento”, “cooperação leal”, “ colaboração silenciosa para produzir resultados”, “não é uma tarefa fácil a do governo”, “eu não quero fragilizar o governo” “as reformas, as mudanças se quiser, são necessárias; deixar tudo na mesma é pior”, “é preciso explicar aos portugueses que os sacrifícios que estão a ser pedidos são para o bem do seu futuro” . Da entrevista de Santana Lopes não retive uma única frase, apenas ficou o estilo guerreiro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:24

...

por Tomás Vasques, em 16.11.06
MÁRIO BOTAS.

Às vezes, nestas divagações nocturnas, apenas se pretende não perder a memória: Mário Botas nasceu em Dezembro de 1952, na Nazaré e morreu no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, em Setembro de 1983. Licenciado com distinção em medicina, em 1975, nunca exerceu, dedicando-se quase exclusivamente à pintura e ao desenho – as escolhas inatingíveis da vida. Ao contrário do projecto de Baudelaire de comentar as gravuras de Meryon, Mário Botas partiu do texto para construir a “sua” pintura – numa certa medida uma exaltação da “estética do feio”. Apesar da sua meteórica passagem pela vida ainda expôs as suas obras, em vida, em mais de 30 exposições individuais ou colectivas, desde Lisboa a Nova Iorque. Só vi uma única exposição de desenhos de Mário Botas, no começo dos anos 80, na galeria Ana Isabel, em Lisboa. Deixou uma obra importante, apesar de ter morrido com 31 anos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:51

...

por Tomás Vasques, em 16.11.06
A REPÚBLICA (3).
«- Não tens vergonha nenhuma, Sócrates, e interpretas as coisas de maneira a desvirtuares o meu argumento.
- De modo algum, meu excelente amigo. Mas explica mais claramente o que queres dizer.
- Certamente que cada governo estabelece as leis de acordo com a sua conveniência. Uma vez promulgadas essas leis, fazem saber que é justo para os governos aquilo que lhes convém, e castigam os transgressores, a título de que violam a lei e cometeram uma injustiça. De onde resulta, para quem pensar correctamente, que a justiça é a mesma em toda a parte: a conveniência do mais forte.»
(Platão, A República.)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:24



Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2009
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2008
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2007
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2006
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D

Links

SOBRE LIVROS E OUTRAS ARTES

CONSULTA

LEITURA RECOMENDADA.