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por Tomás Vasques, em 07.11.06
Prémios Nobel da Literatura.
«Não há nenhum filho da mãe que tenha ganho o Prémio Nobel que tenha escrito qualquer coisa que, mais tarde, valha a pena ser lida. Acho que Sartre sabia que o Prémio é uma prostituta que nos pode seduzir e transmitir uma doença incurável. Eu já o sabia, mas agora apanhei-a e ela apanhou-me», Ernest Hemingway, 1949 (citado por A. E. Hotchner, Hemingway, Bertrand Editora)

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publicado às 21:46

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por Tomás Vasques, em 07.11.06
Não batam mais no ceguinho.
«Memórias confusas», Joaquim Vieira, Observatório da Imprensa.

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publicado às 21:37

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por Tomás Vasques, em 07.11.06
Inimigos da Internet.
As ditaduras dão-se mal com a democratização da informação. Os Repórteres sem Fronteiras publicaram a lista dos países inimigos da Internet. Para que conste aqui vai a lista: Arábia Saudita, Bielorrússia, Birmânia, China, Coreia do Norte, Cuba, Egipto, Irão, Uzbequistão, Síria, Tunísia, Turquemenistão e o Vietname.

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publicado às 18:40

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por Tomás Vasques, em 07.11.06
Daniel Ortega de novo presidente da Nicarágua.


Os resultados eleitorais nas presidenciais e para a Assembleia Nacional na Nicarágua são inequívocos: os nicaráguenses escolheram Daniel Ortega e os Sandinistas, após uma animada campanha que durou 3 meses, e que envolveu questões religiosas, nomeadamente a questão do aborto e as "chantagens" norte-americanas. Toda a América do Sul e Central está há quase uma década a ser percorrida por um profundo sentimento anti-americano, como resultado das violentas ditaduras militares urdidas pelos norte-americanos nas décadas de setenta e oitenta e pelo desastre nos resultados económicos obtidos por governos de direita. Esse sentimento expressa-se democraticamente nas eleições que se vão realizando em cada país.

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publicado às 10:35

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por Tomás Vasques, em 07.11.06
Declarações.
Marcelo Rebelo de Sousa já declarou que não vai aderir à greve da Função Pública. Marques Mendes, até ao momento, ainda não se pronunciou.

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publicado às 01:37

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por Tomás Vasques, em 07.11.06
Saramago.
O que o leva a isto, quando o mais atroz foi a passagem pela direcção do DN? Será que os seus livros não se estão a vender? (via Absorto).

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publicado às 01:18

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por Tomás Vasques, em 07.11.06
Vamos brincar à pena de morte.

Hoje, nas minhas leituras matinais, transcrevi o que me pareceu a síntese da interpretação da sentença proferida contra Saddam feita nos editoriais do Público e do Diário de Notícias. No fundo, cada uma das posições reflecte a clivagem entre aqueles que aplaudiram, de pé e na primeira fila, a invasão do Iraque, como o combate da democracia contra o terrorismo e aqueles que, prudentemente, desde o primeiro momento, foram avisando que tal invasão não se justificava. Os primeiros estão agora envergonhados. Envergonhados – repito. É o que significa a frase de José Manuel Fernandes: “o julgamento de Saddam é um pequeno sinal de normalidade na anormalidade iraquiana”. Esqueceu-se, por vergonha, de referir quem criou essa “anormalidade”. Como se esqueceu de referir – um editorialista que está sempre atento a pormenores menos significativos – porque motivo a dita sentença foi marcada na véspera de eleições nos Estados Unidos. Os segundos, mantêm a mesma coerência, como escreve Helena Garrido: “validar um julgamento com regras quase iguais às do ditador e aceitar a pena de morte faz de nós cúmplices das atrocidades de Saddam.” Sabemos – todos os que não são ingénuos – que Saddam tem que ser executado, independentemente dos crimes que cometeu, da parcialidade do julgamento a que foi submetido e de tudo o mais. Ninguém quer correr o risco de voltar a ver Saddam de novo no poder no Iraque – tal é o medo dos americanos cientes do clima que lá semearam. Mas a cereja em cima do bolo foi colocada pela repugnante hipocrisia de Blair – que decidiu mais sobre o veredicto do Tribunal do que qualquer dos juízes que o compõem – ao declarar hoje: “estamos contra a pena de morte”. Já cá não estarei, naturalmente, como não estará nenhum dos presentes, mas daqui a 100 anos ainda muito se escreverá sobre o desastre político-militar da invasão do Iraque. Só não vê quem não quer ver.

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publicado às 00:59



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