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por Tomás Vasques, em 04.11.06
Meia bola e força.

Miguel Sousa Tavares escreve, hoje, na sua crónica habitual no Expresso:
A primeira vez que fui aos Estados Unidos foi em 1976, o ano do Bicentennial, estava o país inteiro eufórico com os seus duzentos anos de independência. (…) E cheguei a tempo de assistir na televisão aos impiedosos interrogatórios da comissão parlamentar de inquérito ao Watergate - autêntica lição prática do que é o sistema de balança de poderes e que culminaria, meses mais tarde, com a renúncia do pantomineiro Richard Nixon, culpado de ter feito batota durante a campanha eleitoral e de ter mentido sobre isso.” Acontece, porém, que um pequeno pormenor vem descredibilizar a narrativa: Richard Nixon renunciou a 9 de Agosto de 1974, dois anos antes de MST ter visitado os EUA. Em 1976, aquando da citada visita, era presidente Jimmy Carter (ou seria ainda Gerald Ford?). A falta de rigor é traiçoeira… alguém mente sempre sobre qualquer coisa?

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publicado às 23:57

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por Tomás Vasques, em 04.11.06
O nosso Júlio Dantas.
O director do Sol, José António Saraiva, publica semanalmente na Tabu as suas Confissões os últimos anos no Expresso, o nascer do Sol e as conversas com políticos à mesa. Na edição de hoje (páginas 96 e 97), JAS fala de si, como é habitual, a propósito de almoços ou outros encontros com António Guterres, Cavaco Silva, Jorge Sampaio e Manuela Ferreira Leite. No almoço com Guterres, por exemplo, o naco de prosa é de tal ordem narcisista e vulgar que o ex-primeiro ministro, no episódio narrado, só intervêm para dizer: “Não come?”. Com os outros personagens a história repete-se. Muitas vezes se diz (e escreve) que o director do Sol fez do Expresso o jornal do regime; falta acrescentar que neste regime, José António Saraiva representa o papel de Júlio Dantas.

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publicado às 19:09

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por Tomás Vasques, em 04.11.06
Lisboa.



Lisboa à beira-mar, cheia de vistas,
Ó Lisboa das meigas Procissões!
Ó Lisboa de Irmãs e de fadistas!
Ó Lisboa dos líricos pregões...
Lisboa com o Tejo das Conquistas,
Mais os ossos prováveis de Camões!
Ó Lisboa de Mármore, Lisboa!

Quem nunca te viu, não viu coisa boa...

És tu a mesma de que fala a História?
Eu quero ver-te. Aonde é que estás, aonde?
Não sei quem és, perdi-te de memória.
Dize-me, aonde é que o teu perfil se esconde?
(...)
(António Nobre, À Lisboa das naus, cheia de glória, edição CML, 1967.)
(Foto daqui. Textos de referência aqui e aqui.).

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publicado às 09:51



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