Vieram-me as lágrimas aos olhos.
«Senti-me quase avó», Maria Cavaco Silva quando foi «a primeira» a saber da gravidez de Letizia.
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Mário Cesariny
Mário Cesariny é mais conhecido fora de portas como poeta, e sobretudo como surrealista, do que como pintor. (Com a bênção de André Breton Mário Cesariny fez parte do Grupo Surrealista de Lisboa que, em 1949, participa na exposição inaugurada num 4º andar da Travessa da Trindade, em Lisboa, numa clara ofensiva ao SNI e a António Ferro). No dia 20 de Setembro foi inaugurada, no Círculo de Bellas Artes, em Madrid, a exposição “Navio de Espelhos” de Mário Cesariny, cujo núcleo fundamental integra as obras mais antigas de Cesariny, no período entre 1946 e a década de 50. A produção plástica e de desenho de Cesariny (que conheço de sua casa e de casa de amigos seus) é notável e merece bem esta exposição em Madrid. Bem hajas Mário!
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Dependências.
Hoje não saiu nem o Expresso, nem o Sol. Por isso, a blogosfera acordou mais tarde e sem assunto.
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Mais muros.
Depois da queda do muro de Berlim outros muros se levantam: Espero que este mau exemplo não incentive os nossos habituais anti-espanhóis a exigir a construção de um muro em toda a extensão de fronteira com a Espanha. E nem sequer deve chegar aos 1 100 quilómetros.
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O metalúrgico (parte II)Nuno Brederode Santos escreve hoje, na sua habitual crónica domingueira, no DN, sobre Noronha do Nascimento, o novo Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. No seu estilo lúcido e incisivo mete o dedo nas mesmas feridas. Não resisto a transcrever a parte final do texto. O que nos resta? Talvez Marilyn Monroe . Talvez Sacarlett Johansson. «Mas a reivindicação de aumento dos salários dos juízes de topo ou da criação de um sistema de assistência médica privativo dos conselheiros é uma bizarria a vários títulos. Desde logo, por nos fazer imaginar Sócrates e Cavaco a reclamarem, nas respectivas campanhas, o aumento dos seus ordenados (e a serem, apesar disso, eleitos). Depois, porque o espírito sindical não é a melhor cultura para os órgãos de soberania que se visa servir, num Estado que até se declara contrário a tudo isso. Pior mesmo só a reivindicação de um lugar no Conselho de Estado. Porque ela revela duas coisas graves. Uma, é a picada de um sentimento menor, como é a já antiga ciumeira para com o Tribunal Constitucional, poder levar o STJ a ambicionar presença num órgão político. Outra, é pretender-se que o STJ tenha a iniciativa política de revisões constitucionais, quando a sua isenção resulta de aplicar uma lei que não faz e que é feita por quem não a aplica. Há trinta anos, a Constituição olhou, num enlevo de alma, os senhores conselheiros, esses máximos zeladores da aplicação da lei, e murmurou: "Fiant eximia!" Achei bem. Mas então não se usurpem funções sindicais, nem se feche o STJ na pequena contabilidade das regalias individuais. E que não se amamente o devaneio embrionário de uma república de juízes. »
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