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por Tomás Vasques, em 18.10.06
A Direita chilena.


Joaquín Lavín, foi o candidato de Direita derrotado, na segunda volta, por Ricardo Lagos nas presidenciais no Chile, em 1999. Outra vez candidato em 2005, contra Michelle Bachelet, foi de novo derrotado, desta vez sem conseguir atingir a segunda volta. No Domingo, numa entrevista ao jornal La Tercera, Joaquín Lavín reconhece que o principal factor que está na origem das sucessivas derrotas eleitorais da direita chilena é a negação em assumir as responsabilidades que teve no atropelo aos direitos humanos ocorridos durante a ditadura de Pinochet. Com as devidas distâncias, não se passará o mesmo com certa direita portuguesa? Certa direita portuguesa entra em estado de choque porque não consegue ultrapassar os números eleitorais dos trotskistas. Em vez de procurar os culpados por todo o lado, talvez fosse mais profícuo essa certa direita olhar-se ao espelho, tal como parece que a Direita chilena começou a fazer. (via Periodismo Global).

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publicado às 17:01

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por Tomás Vasques, em 18.10.06
Foto do dia.


(NY, brooklyn bridge, jordan matter photography.)

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publicado às 16:02

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por Tomás Vasques, em 18.10.06
Disparates (2)


O secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, Castro Guerra, em declarações à TSF, culpou os consumidores pelo aumento de quase 16% no preço da electricidade. Disse, explicitamente, que tal aumento só pode ser imputado aos consumidores. E acrescentou para que não houvesse dúvidas: "São os consumidores que devem este dinheiro. Não é mais ninguém". Isto é um perfeito disparate de quem quer sacudir a àgua do capote. Ora, pergunto: quem fez a lei em vigor até este ano, a qual impedia uma actualização de preços acima da inflação? Foram os consumidores? Pergunto ainda: era possível um consumidor pagar a electricidade acima das tarifas fixadas por lei? Deixem-se de disparates: o Estado (os Governos sucessivos que legislaram sobre a matéria) são os únicos responsáveis! Só faltava agora aparecer a moda, quando se aumentam brutalmente os impostos, de um qualquer governante mal preparado, nos dizer: os contribuientes é que são os culpados porque pagaram até agora impostos abaixo das necessidades das despesas do Estado. É caso para ironizar: já que o Ministro da Economia acabou com a crise a semana passada já podem fazer os aumentos que lhes der na gana.

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publicado às 10:43

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por Tomás Vasques, em 18.10.06
Por que convidar partidos que suportam ditaduras?
«Para os congressos do PS convidam-se os partidos estrangeiros que se possam inserir com um certo grau de probabilidade na grande família dos socialistas, sociais-democratas e trabalhistas ou que, não se inserindo aí, pelo menos defendam ideias básicas de democracia pluralista, respeito pela cidadania e defesa do Estado de direito. O resto, incluindo os inimigos juramentados do conteúdo da Declaração de Princípios do PS não há realpolitik partidária que deva cobrirPaulo Pedroso (Canhoto).
Acrescento: o resto é conversa fiada.

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publicado às 10:15

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por Tomás Vasques, em 18.10.06
Salazar em Banda Desenhada.

João Paulo Cotrim e Miguel Rocha contam uma inédita história da vida de António de Oliveira Salazar da infância à morte em banda desenhada. O lançamento será em Lisboa, dia 30 de Outubro pelas 18 horas, no Salão Nobre do Ministério das Finanças , Ala Oriental da Praça do Comércio (Átrio das Exposições).

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publicado às 09:44

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por Tomás Vasques, em 18.10.06
Tortura e silêncios cúmplices.


Ontem, o Presidente norte-americano George W. Bush assinou a lei que autoriza a tortura a suspeitos de terrorismo e os impede de serem julgados nos tribunais, atribuindo esta função a comissões militares. O alcance desta medida e as suas consequências nos fundamentos que sustentam os Estados democráticos ainda está por perceber. A partir de ontem, nos Estados Unidos, um suspeito de terrorismo passa a ser uma não-pessoa: pode ser torturado e, para compor o ramalhete, não lhe é conferida qualquer protecção nem direito a julgamento judicial. Todos sabemos, porque a história abarrota de exemplos, como estas "excepções"no sistema democrático se transformam rapidamente em regra. Mais grave ainda que a intenção do legislador é o livre arbitrio policial na aplicação da lei - serão suspeitos de terrorismo todos aqueles que a policia quiser. Os direitos de qualquer cidadão ficam seriamente ameaçados. (Aguardei um dia para apreciar a reacção do pessoal do costume - aqueles intrépidos defensores dos direitos humanos que seleccionam o exercício de tais direito à medida do que lhes convém - e, como era de esperar, uma cortina de silêncio caiu à volta do assunto.)

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publicado às 08:59



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