Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



...

por Tomás Vasques, em 26.09.06
Silêncios? (3)
A Casa Branca já admite coisas ("A Casa Branca admitiu hoje que a situação no Iraque é um dos factores que contribui para a difusão dos ideais dos radicais islâmicos") que os nossos Mestres Pensadores se recusam a admitir mantendo a cabeça debaixo da areia. Teimosia ou burrice?

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:03

...

por Tomás Vasques, em 25.09.06
Sair o tiro pela culatra.



Meu caro Pedro: ando a insistir neste assunto há algum tempo. (aliás, fico incomodado, sinceramente, quando vejo que as mais acutilantes críticas à actuação do Presidente, sobretudo ao nível da blogosfera, provêm de alguns dos seus mais acérrimos apoiantes durante a campanha eleitoral - um exemplo patético é JCS que foi ao ponto de esconder o seu passado não permitindo o acesso ao que aí foi publicado nos meses anteriores.) No entanto, eu sou mais comezinho na análise das motivações de Cavaco Silva: primeiro, Cavaco sabe que, no essencial, José Sócrates está a fazer o que é necessário na situação em que Portugal se encontra. Mais: Sócrates está a fazer aquilo que Cavaco faria se estivesse no seu lugar (hoje, com a experiência que tem de quando foi primeiro-ministro e dos erros que cometeu, de que o exemplo mais actual foi o regime de carreiras e remunerações da Função Pública que Eduardo Pitta hoje desmontou). Daí o apoio por acção ou omissão ao Governo; segundo, Cavaco não acredita nos méritos governativos da actual direcção do PSD e teme, por experiência própria, a ganância do aparelho do seu partido; terceiro, Cavaco não quer ficar na história como o primeiro Presidente a não conseguir ser eleito para um segundo mandato (aliás, sabe como o confronto “esquerda/direita” é complicado nas presidenciais) e, por isso, este primeiro mandato joga em dois tabuleiros – obter o apoio do PS (como Mário Soares obteve o apoio do PSD em 1991) ou, caso falhe esta hipótese, ter assegurado apoio informal no eleitoral socialista que permita a reeleição sem sobressaltos. As “interpretações dos poderes constitucionais”, com todo o respeito, ajustam-se sempre às circunstâncias. Teremos oportunidade de ver como serão outras essas interpretações constitucionais num segundo mandato. Quanto ao ódio que Cavaco nutre por certa direita estamos de acordo. É uma questão psicológica, mas sobretudo de origem de classe. O que é facto, após seis meses de mandato presidencial, é que a direita que queria ver Cavaco como seu ponta de lança já percebeu que lhe saiu o tiro pela culatra: o Presidente da direita está, no essencial, de acordo como o governo do PS. Ainda bem para o país!
(PS: Escrevo sobre este assunto com a tranquilidade de quem apoiou e votou em Mário Soares - tal como o fiz desde Abril de 1975).

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:03

...

por Tomás Vasques, em 25.09.06

O amor já não é o que era.


Cheguei ao aeroporto de Lisboa ao fim da manhã. Era Novembro e um sol outonal enchia a cidade em dia de S. Martinho, contrastando com a chuva miudinha e irritante que me acinzentara os três dias que, por dever de ofício, passara em Londres. Apressado, apanhei um táxi para a Rua de S. Bento. Mal iniciámos a marcha, disse ao taxista, à laia de meter conversa: - que dia bonito! Respondeu-me, prontamente, com ar de censura, como a querer contrariar-me, olhando pelo retrovisor: – Para quem trabalha os dias são todos iguais. Depois de uns segundos de silêncio, retorqui: - Não seja tão amargo com a vida. Mesmo para quem trabalha há dias bonitos. Meu amigo – disse-me, num tom de voz menos agreste, olhando-me sempre através do retrovisor – Vou fazer um desabafo: eu estou amargo, é verdade. E sabe porquê? Destruíram-me a minha vivenda. Você sabe o que é isso? Destruírem a casinha onde eu vivi durante vinte e cinco anos? Não sabe. De certeza que não sabe, por isso diz que o dia está bonito. Mas, eu explico se não o incomodo: - Nasci em Trás-os-Montes, na aldeia do Pessegueiro, concelho de Bragança. Você que tem ar de quem nasceu em Lisboa, na capital, como vocês enchem a boca, não sabe o que é nascer por trás do sol-posto, entre montes, pedras, galinhas e cabras. Desculpe, vamos pela Gago Coutinho ou pela Segunda Circular? Como eu quiser? O senhor é quem paga, o senhor é quem manda. Você não percebe, nem imagina o que é nascer e viver numa pequena casa de granito isolada por detrás do sol-posto, entre montes, pedras, galinhas e cabras. Vim para Lisboa com dezoito anos acabados de fazer, completamente ao deus dará, sem eira, nem beira, como se costuma dizer. A minha mãezinha, que Deus tem, deu-me o dinheiro à conta para a passagem de comboio. Não tinha nem mais um tostão. Coitada. Uma vida inteira a labutar de sol a sol. Para quê? Só para ter comida para a boca. Mais nada. Cheguei aqui em Julho de 1966, lembro-me como se fosse hoje. Estava um calor de rachar e não conhecia ninguém. Fiquei embasbacado com tudo isto. Calcorreei a cidade durante dois dias e dormi duas noites nos bancos da Avenida da Liberdade. Mas os tempos eram outros, melhores tempos, digo-lhe eu. Não me julgue mal. Eu não gostava do fascismo, ninguém gostava do fascismo. Isto assim, em democracia, é muito melhor: podemos correr com eles quando nos dá na gana. Correr com os que estão no poder, compreende? Eu voto sempre nos que lá não estão para ver se isto melhora. E pode-se falar à vontade. Dizer mal deste e daquele. É outra coisa. Mas ia eu a dizer: dois dias depois de ter chegado a Lisboa já estava a trabalhar como trolha. E era jeitoso no trabalho. Cumpridor, como ninguém. Cheguei a servente de pedreiro antes de ir para a tropa. Fiz pela vida, compreende? Eu não queria passar a vida inteira a carregar com baldes de cimento e de areia. Com o dinheirinho que trouxe do ultramar comprei um táxi. Como vê sou taxista, um profissional competente, com carro próprio e os impostos em dia. O carro já está a ficar velho, mas não devo um tostão a ninguém. Não sou como essa gente que anda por aí a comer em bons restaurantes, com bons carros, mas estão cheios de dívidas aos bancos. Quantos anos tenho, pergunta o senhor? Faça o senhor as contas. Nasci em 1948.Não tarda muito estou nos sessenta. Estive na guerra do Ultramar. Em Angola O senhor também deve ter estado lá também. Tem idade para isso. Íamos todos. Está a ver aqui no meu braço: LUANDA, 1971, está a ver? E vê aqui, por baixo do coração: AMOR DE MÃE. Gostava muito da minha mãe, coitada, que a sua alma esteja em descanso. Morreu no Pessegueiro, por detrás daqueles montes todos, sem nunca ter vindo a Lisboa. Só foi a Bragança duas ou três vezes na vida. A minha mãe emprenhou, tinha trinta anos, ali mesmo debaixo de uma árvore. E o raio do moçoilo, mal ela lhe disse que estava grávida, desapareceu que nem um raio. Até hoje. Dizem que foi para França e que por lá se acomodou com outra. A minha mãe não era mulher para lamúrias. Ele – o meu pai – nunca me procurou. Nem sei se ele sabe que eu existo. E o que ela sofreu sozinha sem despejar palavra, sem um queixume. Até morrer, coitada. O senhor não sabe a dor de alma que é uma pessoa estar na guerra, em Angola, como já lhe disse, e receber a notícia que a minha mãe tinha morrido. Já estava enterrada e bem enterrada quando recebi a notícia. Só vi a campa um ano depois. Mas não era isto que eu lhe queria contar. Vamos pelos Estados Unidos da América ou descemos a Almirante Reis? Almirante Reis, Campo Santana, Rua das Pretas, Praça da Alegria? É muito mais longe, mas o senhor é quem paga, o senhor é quem manda. A vida é uma merda, digo-lhe eu, e desculpe-me falar assim. Veja só o senhor o que me aconteceu: vivia eu sossegado com a minha Rosa numa vivenda na Musgueira Norte. Conhece? Ali mesmo por detrás do aeroporto. Era de madeira, mas eu já tenho visto filmes americanos com bonitas casas de madeira onde vive gente rica. Era de madeira, mas tinha muito espaço. E pagava só quinhentos e vinte escudos por mês. Vivi ali com a minha Rosa desde que vim de Angola. Quase trinta anos, amigo. São muitos anos. É muita vida. Não temos filhos. Coisas dela, está bom de ver. Às vezes, com voz mansa para eu não me enfurecer, a minha Rosa diz-me que posso ser eu o culpado, mas quem acredita numa coisa dessas? Quem tem de parir é ela, não sou eu. Concorda comigo, não concorda? Namorei com a minha Rosa desde os dezanove anos. Conhecia-a num baile na sociedade recreativa de S. Mamede, ali ao pé do Largo do Rato. Conhece? Aos domingos à tarde lá estava eu com a minha melhor roupinha. Até gravata levava. Ela era muito jeitosa e muito pretendida. E sabe uma coisa? Fui para a guerra, para aquela guerra traiçoeira, traiçoeira digo-lhe eu, com aquelas picadas sem fim, as minas, os tiros que saíam nem se sabe de onde, e mesmo naquele calvário nunca a traí com ninguém. Os outros, os meus companheiros, casados e solteiros, sempre que vinham a Luanda iam para a cama com as pretas gastar o pouco dinheiro que tanto custava a ganhar. Mas eu não. Preferia ficar na caserna a pensar nas mamas da minha Rosa. A Rosa tinha boas mamas, e eu sempre gostei de mulheres com boas mamas. Mas cheguei cá são e salvo e sem doença que se visse, graças a Deus. E casei logo com a minha Rosa. Ela esteve aqui à minha espera, como uma santa. Até me dá vergonha dizer isto, mas é verdade: ela é a única mulher da minha vida. E também eu sou o único homem da vida dela. Fui eu que a desflorei depois de casarmos. Não foi como essas poucas-vergonhas que agora acontecem com estes jovens: quando casam já dormiram juntos tantas vezes que estão à beira de se separarem. É por isso que agora há tantos divórcios, sabia? Eu sei porque li há dias num jornal. No meu tempo não era assim. Mas eu queria contar-lhe porque é que estou amargo, para usar as suas palavras. Veja lá: os senhores da Câmara, com essas modernices de quererem acabar com as barracas e quererem meter toda a gente em prédios de cimento, começaram a deitar abaixo aquilo tudo. Eu já lhe disse que não vivia num barraca? Aquilo era uma vivenda. Tinha dois pisos. Era toda de madeira, mas tinha dois pisos. Fui eu que construí o piso de cima com madeira que ia comprando aos poucos. Com estas mãos calejadas que aqui vê. E só pagava quinhentos e vinte escudos pelos dois pisos. Agora, meteram-me num andar pequenino e mal construído. Muito mal construído, garanto-lhe eu que percebo da poda. Fui servente de pedreiro antes de ir para a tropa. O táxi veio depois. Protestei, mas os senhores da Câmara disseram-me que para mim e para a minha Rosa chegava. Que haviam outras famílias que precisavam mais do que eu. Quem tem filhos tem direito às casas maiores, disseram-me eles. Isto assim dito até parece que faz sentido, mas não faz sentido nenhum eu, Armindo de Sousa, ficar prejudicado. Gostava de ter filhos, mas a Rosa não lhe deu para isso. Nem sei a quem vou deixar o táxi. O que é que os senhores da Câmara sabem da minha vida para decidirem que aquele andar só com um quarto e uma sala chega para mim e para a minha Rosa? E sabe que mais, amigo? Está tudo mal construído. Está tudo tão mal construído que até as paredes são de “pladur”. Veja bem: agora, depois de me mudar para aquela casita, para acalmar a minha Rosa é um transtorno. Aí há dias, por causa da merda da casa, e peço desculpa outra vez, veio à baila a conversa dos filhos. E ela a querer, outra vez, passar a culpa para cima de mim. Sabe o que é que ela me disse? Que ainda estava a tempo de tirar as teimas indo para a cama com outro homem. Isto é coisa que se diga a um marido? Amigo, falo-lhe com o coração: se fosse na nossa vivenda, aquela que os senhores da Câmara demoliram, a Rosa tinha apanhado um soco nas trombas que até voava. Mas ali tive que me conter. Está a ver? As paredes são de “pladur" e eu tive medo que ela fosse parar à casa do vizinho. Já viu o transtorno que isto me causa? Já viu porque para mim não há dias bonitos?
Lisboa, Dezembro de 2002.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:51

...

por Tomás Vasques, em 25.09.06
Meter o dedo na ferida:
«FUNCIONÁRIOS & SALÁRIOS

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:13

...

por Tomás Vasques, em 25.09.06
Silêncios (2)
Há muita gente que assobiou para o ar em relação às manifestações (nalguns casos violentas) da direita (a que se associou a extrema-direita) que visavam destituir na rua o primeiro-ministro da Hungria eleito democraticamente.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:01

...

por Tomás Vasques, em 25.09.06
Pequenos prazeres:
Estar de acordo com o João. (Estive tentado a reproduzir o belo quadro, mas achei que era uma forma grosseira de copiar a ideia.)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:43

...

por Tomás Vasques, em 25.09.06
Silêncios?
À atenção do Jorge Ferreira: «Que chatice para a direita

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:33

...

por Tomás Vasques, em 25.09.06
Por favor...não me deixem mal colocado.
Muitos dos votantes de Cavaco Silva não andam contentes com a sua actuação. Criticam-no por tudo e por nada. Até parece que acreditaram que o homem, uma vez eleito, ia mesmo desempenhar o cargo de primeiro-ministro. Até me sinto incomodado: quase parece que sou eu o cavaquista.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:35

...

por Tomás Vasques, em 24.09.06
Até amanhã.


(Sabine Germanier -Techniques mixtes 70/100 cm)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:10

...

por Tomás Vasques, em 24.09.06
Isto não está tão mal como parece...
Afinal de contas, segundo reza uma notícia de primeira página do Sol, Valentim Loureiro só controla um terço dos árbitos. Pensava eu que era muito mais.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:05

...

por Tomás Vasques, em 24.09.06
Até dá gosto ler:

«É por isso que eu acho que o "direito à greve" não tem lugar num Estado de Direito. Ou há violação de contratos ou não há: se há, existem os tribunais; se não há, alguém está violar os direitos legais e reais dos outros. E hoje, claramente, os violadores são os grevistas.» O que mais gostei foi "os violadores são os grevistas", sem menosprezar "o direito à greve não tem lugar num Estado de Direito". Fez-me lembrar os argumentos dos Sovietes no começo dos anos 20, quando consolidaram o poder: "Agora o poder está nas mãos da classe operária e a classe operária não faz greves contra si própria, por isso qualquer greve só pode estar ao serviço dos reaccionários internos e do imperialismo internacional". Não explicam o que se passou num dia de Maio de 1886, em Chicago. Depois o pessoal não sabe.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:08

...

por Tomás Vasques, em 24.09.06
A verdade é como o azeite...



Relembro o que escrevi aqui há algum tempo: sobre a intervenção militar americana no Iraque, hoje, não há duas opiniões; há apenas aqueles que tiveram razão e os que não querem admitir que se enganaram. Acrescento: mas estes são cada vez menos. Hoje, foi dado eco a um relatório dos serviços secretos norte-americanos que conclui que a guerra no Iraque aumentou a ameaça terrorista. A desmontagem da aventura norte-americana a que muitas vozes lusas se associaram está concluida. Primeiro, comprovou-se a inexistência de armas de destruição maciça, em nome das quais a invasão se justificava. Por cá, as vozes carregadas de argumentos falaciosos, desastrados e patéticos que secundaram as “teses” vindas do outro lado do Atlântico, ficaram em silêncio, uns; ou disseram que, apesar de tudo, a invasão tinha valido a pena porque constituía uma derrota da Al-Qaeda e do terrorismo internacional, outros. Mais tarde, o próprio Senado norte-americano chegou à conclusão de que o antigo regime iraquiano não tinha qualquer ligação à Al-Qaeda. Novo balde de água fria sobre os senhores da guerra. Mas, mesmo assim, por cá, poucos se atreveram a admitir o logro em que caíram. Agora, este relatório enterra definitivamente as vozes dos senhores da guerra: a invasão do Iraque aumentou a ameaça terrorista. A última réstia que resta é o argumento da democracia exportada através dos mísseis para o Iraque. Mas há alguém de bom senso que tenha coragem de falar em democracia no Iraque? Por fim, a desmontagem da aventura da Administração Bush foi feita a partir dos Estados Unidos – do Senado, dos serviços secretos, da comunicação social. Este facto tem dois significados: primeiro, permitiu que a desmontagem não fosse rotulada de “teoria da conspiração”; segundo, demonstra que a Democracia nos Estados Unidos é tão forte que resiste a um personagem como o anedótico senhor Bush.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:58

...

por Tomás Vasques, em 24.09.06
Parque Nacional da Peneda Gerês.(2)
«O comandante do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) afirmou hoje em Arcos de Valdevez que os incêndios e a área florestal ardida desceram significativamente este ano, "apesar de ter havido cinco ondas de calor". Segundo Gil Martins, em 2006, registaram-se menos 11 por cento de fogos do que na média dos últimos cinco anos e menos 67 por cento, em média, de área ardida em relação ao mesmo período.
O comandante do SNBPC falava no Mezio, Parque Nacional da Peneda-Gerês, perante o Presidente da República, Cavaco Silva, durante a sessão de apresentação, pelo Governo, do balanço provisório da época de fogos florestais que aponta para uma diminuição de 78 por cento da área ardida, face a 2005. » Sic Online.
Ou seja: Cavaco Silva foi ao Parque Nacional da Peneda Gerês dar o seu aval ao Governo pelos "resultados positivos inequívocos" no combate aos fogos florestais e repetiu o que o Governo (o ministro da tutela) disse em diversas ocasiões: não estamos satisfeitos, mas os resultados são estimulantes. Assunto encerrado porque, agora, a chuva cai a cântaros.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:54

...

por Tomás Vasques, em 24.09.06
Vanessa Fernandes


12 vitórias consecutivas - ontem foi em Pequim - na Taça do Mundo de triatlo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:25

...

por Tomás Vasques, em 24.09.06
Até amanhã.





(Sabine Germanier - Phuopsis (stylos, encre, crayons de couleurs, feutres, pastels) 70/70 cm)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:19




Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2009
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2008
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2007
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2006
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D

Links

SOBRE LIVROS E OUTRAS ARTES

CONSULTA

LEITURA RECOMENDADA.