Esclarecimento.
Em relação ao post anterior o "imaginativo" não se refere à minha pessoa, mas a quem publicou o dito post e o apagou (ou os perigos da blogosfera) no momento imediato a seguir à minha citação.
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Um post imaginativo (ou os perigos da blogosfera).
fobia: Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, , aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Em apenas seis dias e sem ter escrito uma palavra. Notável!
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Apresentação.

Amanhã, às 18.30, no Auditório da Fundação Mário Soares, Rua de S. Bento, 160, em Lisboa: "Memórias de um Guerrilheiro, de Alcides Sakala. Apresentação porMaria Antónia Palla.
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O Estado é o maior entrave à competitividade do sector privado.
Foi hoje dada a notícia, pelo DN, (Privados prejudicam imagem de economia portuguesa) do índice global calculado pelo Fórum Económico Mundial para medir a competitividade de 125 países. Portugal ficou em 34º lugar no “ranking”, descendo 3 lugar em relação ao ano anterior. Da leitura retiram-se algumas conclusões interessantes:
1. O “Estado Social” é mais competitivo que o “Estado liberal”. Os países escandinavos são mais competitivos que os EUA. (Exemplo, a Suécia ocupa o 3º lugar e os EUA o 6º).
2 O Estado é o maior entrave à competitividade do sector privado. Os factores mais problemáticos para os negócios em Portugal têm origem no Estado, a saber: a) Burocracia do Estado; b) Regulação do mercado de trabalho; c) qualificação da mão-de-obra (tem mais a ver com a Educação do que com a formação) e d) Impostos e sistema fiscal. Com um Estado a originar tantos e tão pesados factores negativos não há sector privado que resista.
3. O resultado obtido por Portugal referente a 2005 tem uma atenuante. O índice é calculado a partir de dados quantitativos (indicadores estatísticos, por exemplo) e dados qualitativos (inquéritos realizados aos dirigentes empresariais). Ora, estes inquéritos foram realizados na Primavera de 2005. Ou seja, no momento em que tinha acabado de passar o furacão Santana, cujo epicentro se desviou em grande correria para Bruxelas, e que arrasou literalmente Portugal durante 9 longos meses. Entende-se pois o estado de espírito dos empresários que responderam ao inquérito nesta altura. “Isto está uma grande merda” – deve ter sido o mínimo que podiam dizer.
4. De qualquer maneira, este “índice global” da competitividade do país vale o que vale: é só consultar a lista dos “factores problemáticos” e constatar que a corrupção está no fundo da lista.Em conclusão: o título Privados prejudica imagem de economia portuguesa é, no mínimo, enganador. Seria mais adequado à leitura dos dados dizer: O Estado é o maior entrave à competitividade do sector privado. É necessário fazer a advertência não venha para aí algum Mestre Pensador propor novas nacionalizações.
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Uma pequena provocação...
A propósito deste post, lembrei-me da seguinte frase:" É a primeira vez que o Presidente da República vem à Covilhã desde a última vez que aqui esteve" (Américo de Deus Rodrigues Tomás, Presidente da República de Portugal de 1958 a 1974).
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