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por Tomás Vasques, em 06.07.06
Consta por aí
que D. Afonso Henriques vai voltar se a ministra da Cultura o permitir.

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publicado às 23:37

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por Tomás Vasques, em 06.07.06
Contexto
«Colocadas as coisas em contexto, os portugueses têm tudo a ganhar em potenciarem as lições da passagem da selecção por este Mundial. Seja o valor do trabalho, individual ou em equipa, seja a capacidade de organização e motivação para alcançar um objectivo. Coisas de que todos os dias sentimos falta. » João Morgado Fernandes , DN 06.07.

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publicado às 11:13

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por Tomás Vasques, em 06.07.06
Seitas
«Só há uma coisa mais irritante do que a constante lengalenga sobre futebol. É a constante lengalenga do Pacheco Pareira sobre a constante lengalenga do futebol. (...) É, por isso que, pessoalmente, prefiro intelectuais que já tenham perdido a esperança de educar o povo, como Vasco Pulido Valente. Vasco Pulido Valente é o homólogo intelectual daquelas seitas religiosas que profetizam o fim do Mundo. A única diferença é que as seitas pretendem fazer-nos acreditar que o Mundo vai acabar, ao passo que VPV quer convencer-nos de que o Mundo já acabouRicardo Araújo Pereira, Visão 06.07

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publicado às 11:06

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por Tomás Vasques, em 06.07.06
Oposição liberal reformista e moderada (II)

«Há uma semana, escrevi aqui sobre a necessidade de uma "oposição liberal moderada", o que é o mesmo que há muito tempo defendo. Escolhi as palavras e a sua ligação, substantivo e adjectivo, com um cuidado guatemalteco, recordando-me do seu poder ilusório, do seu enorme poder porque é ilusório. Escrevi uma "oposição liberal moderada", como podia ter também ter escrito uma "oposição liberal reformista", o que ofende os puristas, e parece querer dizer nada, mas diz bastante. O que não dá, nem eu a procuro, é identidade pelo nome. É liberalismo, mas não é o "liberalismo". É a prática mais do que a doutrina, porque, se houver pulsão liberal, basta-me. Se em cada medida de política se escolher a que mais nos dá liberdade, política, social, económica, cultural, é esse o caminho. É mais facilmente distinguir e escolher assim do que numa discussão doutrinária abstracta. Não me interessa discutir a privatização dos rios, posso bem deixá-la para um longínquo futuro, mas já me importa combater pela saída do Estado dos partidos políticos, das centrais sindicais, das confederações patronais, das companhias de teatro subsidiadas, das "bolsas para escritores", do futebol, dos órgãos de comunicação social, ou seja do negócio da propaganda, do subsídio e da protecção. Feito isto, expulsado o Estado de onde ele não deve estar, nem muito nem pouco, podemos passar para onde ele deve estar minimamente. É que sem Estado mínimo, não há justiça social. O Estado máximo que temos é a melhor garantia de que os recursos escassos serão sempre mais para os que não precisam do que para os que precisam. E é isso que me interessa, não é ter uma camisola com o nome de liberalismo ao peito.E eu acho, certamente com a mesma cegueira daquelas conversas guatemaltecas, que somos bem capazes de distinguir entre uma solução liberal e uma estatista e escolher entre as duas. Se vamos para os dogmas, perdemo-nos; se olharmos para as políticas, achamo-nos. Mais do que liberalismo pela cartilha doutrinária eu quero políticas liberais, vontade liberal, gosto irredutível por todas as liberdades. Se não, no puede ser
José Pacheco Pereira, Público 06.07)

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publicado às 08:21



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